Halitose ou Mau Hálito: tratamento e prevenção com 6 Fitoterápicos

Ih, sentiu aquele bafo? Pior do que sentir o próprio mau hálito, é quando outras pessoas sentem também. Mas será que o mau hálito é causado exclusivamente por má higiene bucal? E o que o estômago tem a ver com a Halitose? No informativo deste mês, vamos conferir o que influencia no nosso hálito e como a Fitoterapia pode nos ajudar no tratamento de Halitose, estando sempre prontos para mandar um beijo. Vamos lá?

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O que é Halitose?

Ninguém deseja manter o mau hálito! O famoso "bafo" é desagradável para quem está perto e para quem infelizmente sofre dessa questão, pois justamente causa repulsa das pessoas ao redor. Mas além de ser uma preocupação para não afastar colegas e provocar comentários indelicados, o mau hálito pode indicar problemas na saúde bucal.

Halitose é uma doença? Não, a Halitose em si, nada mais é do que o termo técnico do hálito desagradável frequente. O mau hálito é considerado um indicativo de que algo no seu organismo sofreu alguma alteração e precisa ser avaliado com cuidado e carinho! Veja abaixo alguns dados sobre a Halitose:

 

E não é só isso! Apesar de ser uma condição que pode sinalizar outros problemas de saúde, a Halitose possui uma classificação que nos ajudará a entender melhor como ela se manifesta e como podemos cuidar da saúde. Conheça os tipos de Halitose:

Halitose genuína — É quando a Halitose de fato se faz presente, seja por causas naturais (como a nossa resposta fisiológica de mau hálito ao acordar, pois diminui-se a saliva na boca e os microorganismos presentes ali se degradam; ou então quando comemos comidas de odor forte, tipo alho e cebola) ou outros problemas patológicos como gengivite, amigdalite, cáries, periodontite, etc.

Pseudo-halitose ou Halitofobia — Ela não existe na realidade, sendo mais uma sensação do próprio paciente que se reflete em insegurança de estar na presença de outras pessoas e seu suposto mau hálito ser notado.

Sintomas de Halitose

O sintoma clássico é exatamente o que caracteriza a Halitose: um odor desagradável exalado pelas cavidades nasais e orais, ou seja, tanto pelas narinas quanto — principalmente — pela boca.

Existe a possibilidade de que o paciente em si não note o próprio hálito desagradável, mas pessoas próximas podem indicar tal ocorrência. É importante que isso seja comunicado com delicadeza para não causar constrangimento e abalo na autoestima do paciente. Pense nisso ao abordar a questão para quem você conhece! Não sabemos se essa pessoa está tomando medicamentos que podem influenciar no hálito ou se até mesmo trata-se de uma consequência de problemas psicológicos — afinal, em quadros mais graves de depressão, os pacientes não conseguem manter hábitos de higiene com frequência.

 

E quais são as causas da Halitose?

O mau hálito pode ter causas diversas, como:

Existe mau hálito causado por problemas estomacais?

É comum ouvir sobre mau hálito estomacal, mas são necessários esclarecimentos sobre a relação entre problemas digestivos e a halitose em si. A primeira informação importante é que problemas digestivos e metabólicos não são a principal causa de Halitose.

Quando o paciente possui, por exemplo, refluxo gastroesofágico ou gastrite, o ácido gástrico vai até o esôfago, causando inflamação e liberando odor. Mas esse odor é considerado mais uma reminiscência dos alimentos digeridos do que mau hálito em si e, geralmente, esses odores são liberados em arrotos.

Quem sofre de doenças de origem digestiva também pode estar ingerindo fármacos que influenciam tanto na própria doença (por exemplo, quem toma corticoides pode sofrer de gastrite) quanto no tratamento dela (gastrite por H.pylori é frequentemente tratada com antibióticos, que por sua vez diminui fluxo salivar e favorece halitose).

Em resumo, existem sim odores desagradáveis causados por problemas digestivos, mas é necessária cautela para avaliar o quadro do paciente e propor tratamentos. Ainda há a possibilidade de um paciente ter simultaneamente problemas gastroesofágicos e também não cuidar tão bem da saúde bucal, sofrendo assim de Halitose. De qualquer maneira, existem tratamentos e medidas preventivas para solucionar a questão.

Existem também outros odores exalados pelo hálito que merecem ser investigados, pois mesmo que não sejam parecidos necessariamente com a Halitose, podem indicar outros problemas de saúde importantes. Complicações da diabetes e insuficiência hepática possuem cheiros ligeiramente diferentes do que é característico na Halitose. Sempre que notar odores anômalos no seu hálito, busque avaliação médica.

Notei Halitose após Covid-19. Há relação?

Não é um problema relatado por todos os infectados por Covid-19, mas existem indícios de alteração do fluxo salivar em pessoas que sofreram dessa infecção viral em meados de 2020, segundo a CEBHC-KT (Centro Nacional Tcheco para Saúde Baseada em Evidências e Tradução do Conhecimento). A hipótese é que tal ocorrência se deve à alterações epiteliais do dorso da língua causadas pelo Covid. No entanto, não se descartam outros pontos importantes: a falta de higiene bucal adequada durante o período de isolamento e o uso de medicamentos durante a infecção, dependendo do quadro da doença no paciente.

Se você foi infectado recentemente pelo Covid-19, é possível que a Halitose venha em decorrência do uso de fármacos e/ou alterações de hábitos. Caso persista, busque orientações médicas para avaliar o seu caso.

 

Como é feito o diagnóstico de Halitose?

Além de ser notada por terceiros ou pelo próprio paciente, a Halitose pode ser avaliada através de outros testes.

Embora tenha tratamento, não existem especialistas em Halitose. É possível receber encaminhamentos através de clínicos gerais, dentistas e otorrinolaringologistas.

 

Prevenção e Tratamento de Halitose

Afinal, Halitose tem cura? Como tratar essa condição tão desagradável?

É importante ressaltar que a Halitose não é a doença em si, então é fundamental que sejam averiguados possíveis problemas adjacentes que sejam, enfim, a causa principal desse mau hálito. Mas para nosso alívio, a Halitose é tratável e tem solução. Vamos conferir a seguir:

Boa higiene bucal — Conforme mencionado anteriormente, a maior parte dos casos de Halitose se deve a alterações na boca, portanto, cuidar melhor da sua saúde bucal é muito importante. Assim, escove os dentes após as refeições, invista no uso de fios dentais e enxaguatórios bucais. Pela manhã, também é possível usar raspadores de língua para tirar a saburra.

Consultas regulares aos dentistas — Além da boa higiene, visitar profissionais periodicamente é importante para acompanhar a sua saúde dental. Assim, fica mais fácil prevenir o desenvolvimento de problemas maiores ou tratá-los, como gengivite, periodontite, estomatite, etc. São condições que favorecem a formação de placas bacterianas, que fermentam e liberam odores desagradáveis. Principalmente quem tem próteses ou restaurações deve-se atentar ao longo do ano para checar a saúde da boca.

Evitar tabagismo e alcoolismo — Pois podem provocar doenças mais graves que a Halitose, embora o mau hálito seja um sinal frequente das consequências do tabagismo e abuso de álcool. Ambos provocam alterações negativas no microbioma bucal e têm a tendência de diminuir o fluxo salivar, contribuindo para a Halitose. Deixar o tabagismo ou o álcool pode ser um processo difícil, então busque apoio de profissionais de saúde e das pessoas ao seu redor.

Ingerir mais água — Hidratar bem o seu corpo só lhe trará benefícios e um deles é a melhora ou a prevenção de Halitose, regulando o fluxo salivar na sua boca. Lembre-se de levar sua garrafa d´água para o trabalho e beber água em casa também!

Checar os medicamentos de uso contínuo — Existem alguns fármacos que podem alterar o fluxo salivar, contribuindo para o surgimento da Halitose. Algumas classes de medicamentos associados ao mau hálito são antidepressivos, anticolinérgicos, anti-histamínicos e, em alguns casos, antibióticos. Se for o caso, avalie com profissionais da saúde de sua confiança alternativas e formas de melhorar a Halitose sem interromper seu tratamento. Não inicie ou suspenda o uso de medicamentos sem orientação médica.

 

6 Fitoterápicos para Halitose

E a natureza pode auxiliar no combate a Halitose? Claro que sim! Opte por usar sempre líquidos, apostando em enxaguatórios bucais e sprays com a certeza de que seu tratamento será um sucesso. Tinturas ou Extratos fluidos também podem te ajudar na forma de bochechos: basta pingar na água, fazer bochecho e engolir. Chás também podem ser utilizados.

Veja abaixo as opções que a Oficina de Ervas traz para você se cuidar:

Zedoária — É uma planta que se originou na Ásia tropical e vem sendo utilizada há muito tempo pela humanidade na medicina tradicional. É utilizada para problemas gástricos como má digestão, úlcera, gastrite e a Halitose digestiva, ajudando também a combater placas bacterianas na cavidade bucal. (ver produto)

Sálvia — É considerada uma excelente erva aromática, utilizada como tempero. Também auxilia a saúde, pois possui ação digestiva e adstringente. Deste modo, é usada para combater Halitose porque também combate problemas bucais como gengivites, periodontite e aftas. (ver produto)

Guaçatonga — Essa é uma opção essencialmente brasileira, utilizada como planta medicinal por povos indígenas no nosso país. Auxilia no tratamento de úlceras, gastrites, aftas e mau hálito. (ver produto)

Hortelã — Além de seu aroma muito agradável, essa planta tão querida tem ação analgésica e antisséptica. Assim, fica mais fácil cuidar de problemas na cavidade bucal e aproveitar uma fragrância melhor. (ver produto)

Enxaguatório Bucal de Malva Composto (Malva, Menta, Zedoária, Calêndula, Sálvia, Romã, Equinácea e Stevia) — Este Enxaguatório combina as ações antimicrobianas, anti-inflamatórias, adstringentes e analgésicas da Malva com outras atividades muito positivas de Menta, Calêndula, Sálvia, Romã, Zedoária e Equinácea. Devido a Stevia, o sabor é mais agradável também. Este enxaguatório diminui inflamações, combate microorganismos e melhora a cicatrização. Tudo isso com grande sensação de frescor e aroma gostoso. (ver produto)

Spray bucal (Menta, Gengibre e Própolis) — O Spray Bucal, além de muito prático para manter o hálito agradável no seu cotidiano, também auxilia o tratamento da Halitose. A Menta, o Gengibre e o Própolis combinam atividades anti-inflamatórias, analgésicas e antimicrobianas. Assim, as afecções que favorecem o mau hálito são combatidas ao longo do dia. (ver produto)

Esperamos que a leitura tenha sido muito útil para você cuidar melhor da sua saúde. Não se esqueça de que os fitoterápicos podem te ajudar! Sua saúde e bem-estar são muito importantes. Procure o apoio de profissionais da área da saúde para uma avaliação completa e cuide da sua saúde com muito zelo, sabendo que você também pode contar com o auxílio da Oficina de Ervas!

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Bibliografia:

https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/distúrbios-odontológicos/sintomas-de-problemas-dentários-e-orais/halitose

https://bvsms.saude.gov.br/halitose/

https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/mau-halito-halitose/

https://www.abha.org.br/halitose

https://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1399/halitose.htm

https://rrmedicina.com.br/saiba-o-que-e-e-como-tratar-a-halitose/

https://saude.abril.com.br/medicina/refluxo-e-problemas-dentais-sao-principais-causas-de-mau-halito-recorrente/

https://dralexandrecarlos.com.br/2022/08/halitose-e-problemas-gastrointestinais-entenda-a-relacao/

https://drpaulopittelli.com.br/mau-halito-tem-a-ver-com-o-estomago/

https://www.cropr.org.br/index.php/noticias/detalhes/o-habito-de-fumar-o-mau-halito-e-o-aspecto-desagradavel-dos-dentes/689#.Y7V-97XMI2w

https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-09-20/como-saber-se-o-mau-halito-vem-do-estomago.html

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Comentários

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• Cristina
Tenho mau hálito e não sei mais o que fazer já fui em vários dentistas o último que fui disse que eu tenho periodontia porém vou ter conviver com o mau hálito o resto da minha vida não aceito isso. Pois sou infeliz e tenho depressão por causa disso
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