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Pygeum africanum

Fitoterápicos/ Produtos Naturais

A partir de R$ 41,50
Fórmula Magistral QTD Unitário
60 cápsulas de Pygeum africanum E.S. 100mg R$ 43,00
30 cápsulas de Pygeum africanum E.S. 200mg R$ 41,50
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* Seguindo as normas da ANVISA, todo produto deve ser manipulado de acordo com o pedido, portanto será manipulado após o recebimento e aprovação do farmacêutico.
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Veja para que serve Pygeum africanum

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AÇÃO E INDICAÇÃO:

 Tratamento da hiperplasia benigna (HPB), tratamento de micção, redução de edema, ação preventiva sobre o adenoma prostático, prostatite crônica.

Seu uso pode ser associado ao Saw Palmeto em alguns casos.

FORMAS UTILIZADAS:

- Cápsula (Extrato seco)

Pygeum africanum

O Pygeum (Pygeum africanum) é uma árvore perene nativa de algumas regiões da África. Sua madeira é dura, sendo usada para fazer pisos, mobiliário, vagões de trem, cabos de machados e enxadas, além de ter uso medicinal. É também conhecida como madeira-de-ferro, cereja-africana, ameixa-seca, dentre outros nomes. Inclui o sinônimo botânico Prunus africana. Pertence a família Rosaceae.
O uso medicinal da casca do pygeum é conhecido desde o século XVIII, quando as tribos africanas ensinaram os primeiros exploradores europeus sobre sua utilização para tratar desconforto na bexiga. O extrato de pygeum é usado na Europa para tratar a hiperplasia benigna da próstata desde 1960. A casca do pygeum contém vários componentes, incluindo beta-sitosterois, que exibem ação anti-inflamatória através da inibição da produção de prostaglandinas na próstata.
Outros componentes do pygeum incluem ácido ferúlico e ésteres, que reduzem os níveis de prolactina (um hormônio que promove a captação de testosterona na próstata), e triterpenos pentacíclicos, que inibem uma enzima envolvida na inflamação e ajudam a reduzir o edema. Os cientistas acreditam que esses fitoquímicos trabalham juntos para ajudar a combater as alterações estruturais e bioquímicas associadas com a hiperplasia prostática benigna.
Como tônico masculino, o Pygeum africanum aumenta as secreções prostáticas e melhora a qualidade do sêmen. Também pode aumentar a capacidade de ereção e ajuda a combater a infertilidade masculina. O extrato do pygeum demonstrou resultados positivos em estudos in vitro em ratos para utilização contra o câncer de próstata. A planta também é composta de beta-sitosterol, triterpenos (ácido ursólico e ácido oleanólico) e taninos.
O pygeum também estimula as secreções glandulares, abaixa os níveis de colesterol e reduz o inchaço e a inflamação, além de inibir as prostaglandinas que contribuem para a congestão vascular.
Contraindicações e efeitos colaterais do Pygeum africanum
A planta e seus compostos só devem ser utilizados com recomendação de um profissional da saúde competente. Pode causar desconforto gastrointestinal como um possível efeito colateral.
Intolerância gástrica e reações alérgicas cutâneas ocorrem raramente e normalmente desaparecem com a ingestão do Pygeum Africano às refeições.
Precauções:
Não há restrições para pacientes diabéticos. O uso do Pygeum Africanum não exclui o acompanhamento pelo
médico no que se refere ao controle do volume do adenoma e do resíduo pós-miccional. Pode ser usado por pessoas com mais de 65 anos de idade, desde que observadas às precauções da substância.
Posologia / concentração: Pygeum africanum tem se mostrado seguro e eficaz em doses variando de 50
mg duas vezes por dia para 200 mg uma vez por dia.

O Pygeum (Pygeum africanum) é uma árvore perene nativa de algumas regiões da África. Sua madeira é dura, sendo usada para fazer pisos, mobiliário, vagões de trem, cabos de machados e enxadas, além de ter uso medicinal. É também conhecida como madeira-de-ferro, cereja-africana, ameixa-seca, dentre outros nomes. Inclui o sinônimo botânico Prunus africana. Pertence a família Rosaceae.

O uso medicinal da casca do Pygeum africanum é conhecido desde o século XVIII, quando as tribos africanas ensinaram os primeiros exploradores europeus sobre sua utilização para tratar desconforto na bexiga. O extrato de Pygeum é usado na Europa para tratar a hiperplasia benigna da próstata (HPB) desde 1960. A casca do Pygeum contém vários componentes, incluindo beta-sitosterois, que exibem ação anti-inflamatória através da inibição da produção de prostaglandinas na próstata.

Outros componentes do Pygeum incluem ácido ferúlico e ésteres, que reduzem os níveis de prolactina (um hormônio que promove a captação de testosterona na próstata), e triterpenos pentacíclicos, que inibem uma enzima envolvida na inflamação e ajudam a reduzir o edema. Os cientistas acreditam que esses fitoquímicos trabalham juntos para ajudar a combater as alterações estruturais e bioquímicas associadas com a hiperplasia prostática benigna.

Como tônico masculino, o Pygeum africanum aumenta as secreções prostáticas e melhora a qualidade do sêmen. Também pode aumentar a capacidade de ereção e ajuda a combater a infertilidade masculina. O extrato do pygeum demonstrou resultados positivos em estudos in vitro em ratos para utilização contra o câncer de próstata. A planta também é composta de beta-sitosterol, triterpenos (ácido ursólico e ácido oleanólico) e taninos.

Pygeum também estimula as secreções glandulares, abaixa os níveis de colesterol e reduz o inchaço e a inflamação, além de inibir as prostaglandinas que contribuem para a congestão vascular.

Contraindicações e efeitos colaterais do Pygeum africanum

A planta e seus compostos só devem ser utilizados com recomendação de um profissional da saúde competente. Pode causar desconforto gastrointestinal como um possível efeito colateral. Intolerância gástrica e reações alérgicas cutâneas ocorrem raramente e normalmente desaparecem com a ingestão do Pygeum Africano às refeições.

Precauções no uso do Pygeum africanum:

Não há restrições para pacientes diabéticos. O uso do Pygeum Africanum não exclui o acompanhamento pelo médico no que se refere ao controle do volume do adenoma e do resíduo pós-miccional. Pode ser usado por pessoas com mais de 65 anos de idade, desde que observadas às precauções da substância.

Posologia / concentração:

Pygeum Africanum tem se mostrado seguro e eficaz em doses variando de 50mg duas vezes por dia para 200 mg uma vez por dia.

Pague em 6 x s/juros, Aproveite! O Pygeum (Pygeum africanum) é uma árvore nativa de algumas regiões da África. Pygeum é utilizado no tratamento natural do HPB, impotência sexual e câncer de próstata

Os resultados e indicações referentes ao uso desse produto foram avaliados e comprovados pelo fabricante deste insumo farmacêutico (Informe Cientifico do fornecedor).

Não garantimos os resultados descritos, estes variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como, o uso correto do produto conforme descrito na posologia.

- Produto adjuvante e suplemento alimentar. A prática de atividade física regular e bons hábitos alimentares são imprescindíveis para manutenção da saúde;

- A(s) imagen(s) que indica(m) o(s) produto(s) é (são) meramente ilustrativa(s), sem nenhuma alusão técnica e/ou científica;

- De acordo com as normas da Anvisa, todo produto deve ser manipulado de acordo com o pedido do comprador, portanto será manipulado após o recebimento e aprovação do nosso farmacêutico;

- Trata-se de descrição do produto e não propaganda. Somos uma Farmácia de manipulação. Portanto, os produtos naturais anunciados neste site serão produzidos sob encomenda;

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Aproveite as formas de comunicação do nosso site e saiba mais detalhes com nossa equipe farmacêutica:

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- Se persistirem os sintomas, o médico ou farmacêutico deverá ser consultado;
- Evite a automedicação. O medicamento mesmo livre de obrigação de prescrição médica merece cuidado.
- As indicações postas não se tratam de propaganda, e sim de descrição do produto;
- Consulte sempre um especialista;
- As indicações dos produtos são baseadas no conhecimento científico do profissional farmacêutico e nos laudos de aquisição dos produtos junto aos fornecedores autorizados pela Anvisa.

Os medicamentos sob prescrição só serão dispensados mediante apresentação de prescrição de profissional habilitado ou cópia digital;

1- Mantenha todo e qualquer medicamento ou produtos para adultos longe do alcance de crianças;
2- Manter esse produto longe de fontes de umidade, calor, luz ou eletromagnéticas. Temperatura de melhor conservação: 15 a 30º C;
3- Não partir ou mastigar esse produto;
4- Tomar sempre com quantidades generosas de líquido;
5- Mantenha seus exames médicos em dia. A ação de fitoterápicos orais pode ser alterada em portadores de problemas de tireoide, síndrome metabólica, obesidade mórbida entre outros.
6- Exercite-se regularmente e alimente-se com bom senso. Isso garante a manutenção de sua saúde a longo prazo;
7- Não use nenhum produto com o prazo de validade vencido;
8- Mulheres grávidas ou amamentando e crianças devem consultar médico ou farmacêutico antes de utilizar este produto;
9- Os fitoterápicos, de maneira geral, possuem efeitos terapêuticos mais suaves, o que pode explicar a redução dos efeitos colaterais. Porém, alguns efeitos colaterais não descritos na literatura podem ocorrer;
10- Pessoas com hipersensibilidade às substâncias contidas na formulação não devem ingerir o produto;
11- Em caso de hipersensibilidade, recomenda- se interromper o uso e consultar o médico.

ATENÇÃO:

É permitida às farmácias e drogarias a entrega de medicamentos por via postal desde que atendidas as condições sanitárias que assegurem a integridade e a qualidade dos produtos, conforme legislação vigente.

O estabelecimento farmacêutico deve assegurar ao usuário o direito à informação e orientação quanto ao uso de medicamentos solicitados por meio remoto.

RDC 44 de 17 de agosto de 2009

A dispensação de plantas medicinais é privativa das farmácias e ervanarias, observados o acondicionamento adequado e a classificação botânica e adequada orientação de profissional da saúde.

As embalagens não podem ter alegações terapêuticas.

(Lei 5991/73)

ATENÇÃO: O texto de todos os nossos produtos, são referentes a des­cri­ção técnica dos mesmos, não configurando pro­pa­gan­da e ou estímulo a auto-medicação.
Seguindo as normas da ANVISA, todo produto deve ser manipulado de acordo com o pedido do comprador, portanto será manipulado após o recebimento e aprovação do farmacêutico.
Fórmula desenvolvida por profissional habilitado:
Uso e venda feita com prescrição de profissional habilitado, podendo ser nosso farmacêutico conforme Resolução 586/2013 do Conselho de Farmácia.

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