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Pygeum africanum

Fitoterápicos/ Produtos Naturais

A partir de R$ 38,50
Fórmula Magistral QTD Unitário
60 cápsulas de Pygeum africanum E.S. 100mg R$ 40,00
30 cápsulas de Pygeum africanum E.S. 200mg R$ 38,50
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* Seguindo as normas da ANVISA, todo produto deve ser manipulado de acordo com o pedido, portanto será manipulado após o recebimento e aprovação do farmacêutico.
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Veja para que serve Pygeum africanum

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AÇÃO E INDICAÇÃO:

 Tratamento da hiperplasia benigna (HPB), tratamento de micção, redução de edema, ação preventiva sobre o adenoma prostático, prostatite crônica.

Seu uso pode ser associado ao Saw Palmeto em alguns casos.

FORMAS UTILIZADAS:

- Cápsula (Extrato seco)

Pygeum africanum

O Pygeum (Pygeum africanum) é uma árvore perene nativa de algumas regiões da África. Sua madeira é dura, sendo usada para fazer pisos, mobiliário, vagões de trem, cabos de machados e enxadas, além de ter uso medicinal. É também conhecida como madeira-de-ferro, cereja-africana, ameixa-seca, dentre outros nomes. Inclui o sinônimo botânico Prunus africana. Pertence a família Rosaceae.
O uso medicinal da casca do pygeum é conhecido desde o século XVIII, quando as tribos africanas ensinaram os primeiros exploradores europeus sobre sua utilização para tratar desconforto na bexiga. O extrato de pygeum é usado na Europa para tratar a hiperplasia benigna da próstata desde 1960. A casca do pygeum contém vários componentes, incluindo beta-sitosterois, que exibem ação anti-inflamatória através da inibição da produção de prostaglandinas na próstata.
Outros componentes do pygeum incluem ácido ferúlico e ésteres, que reduzem os níveis de prolactina (um hormônio que promove a captação de testosterona na próstata), e triterpenos pentacíclicos, que inibem uma enzima envolvida na inflamação e ajudam a reduzir o edema. Os cientistas acreditam que esses fitoquímicos trabalham juntos para ajudar a combater as alterações estruturais e bioquímicas associadas com a hiperplasia prostática benigna.
Como tônico masculino, o Pygeum africanum aumenta as secreções prostáticas e melhora a qualidade do sêmen. Também pode aumentar a capacidade de ereção e ajuda a combater a infertilidade masculina. O extrato do pygeum demonstrou resultados positivos em estudos in vitro em ratos para utilização contra o câncer de próstata. A planta também é composta de beta-sitosterol, triterpenos (ácido ursólico e ácido oleanólico) e taninos.
O pygeum também estimula as secreções glandulares, abaixa os níveis de colesterol e reduz o inchaço e a inflamação, além de inibir as prostaglandinas que contribuem para a congestão vascular.
Contraindicações e efeitos colaterais do Pygeum africanum
A planta e seus compostos só devem ser utilizados com recomendação de um profissional da saúde competente. Pode causar desconforto gastrointestinal como um possível efeito colateral.
Intolerância gástrica e reações alérgicas cutâneas ocorrem raramente e normalmente desaparecem com a ingestão do Pygeum Africano às refeições.
Precauções:
Não há restrições para pacientes diabéticos. O uso do Pygeum Africanum não exclui o acompanhamento pelo
médico no que se refere ao controle do volume do adenoma e do resíduo pós-miccional. Pode ser usado por pessoas com mais de 65 anos de idade, desde que observadas às precauções da substância.
Posologia / concentração: Pygeum africanum tem se mostrado seguro e eficaz em doses variando de 50
mg duas vezes por dia para 200 mg uma vez por dia.

O Pygeum (Pygeum africanum) é uma árvore perene nativa de algumas regiões da África. Sua madeira é dura, sendo usada para fazer pisos, mobiliário, vagões de trem, cabos de machados e enxadas, além de ter uso medicinal. É também conhecida como madeira-de-ferro, cereja-africana, ameixa-seca, dentre outros nomes. Inclui o sinônimo botânico Prunus africana. Pertence a família Rosaceae.

O uso medicinal da casca do Pygeum africanum é conhecido desde o século XVIII, quando as tribos africanas ensinaram os primeiros exploradores europeus sobre sua utilização para tratar desconforto na bexiga. O extrato de Pygeum é usado na Europa para tratar a hiperplasia benigna da próstata (HPB) desde 1960. A casca do Pygeum contém vários componentes, incluindo beta-sitosterois, que exibem ação anti-inflamatória através da inibição da produção de prostaglandinas na próstata.

Outros componentes do Pygeum incluem ácido ferúlico e ésteres, que reduzem os níveis de prolactina (um hormônio que promove a captação de testosterona na próstata), e triterpenos pentacíclicos, que inibem uma enzima envolvida na inflamação e ajudam a reduzir o edema. Os cientistas acreditam que esses fitoquímicos trabalham juntos para ajudar a combater as alterações estruturais e bioquímicas associadas com a hiperplasia prostática benigna.

Como tônico masculino, o Pygeum africanum aumenta as secreções prostáticas e melhora a qualidade do sêmen. Também pode aumentar a capacidade de ereção e ajuda a combater a infertilidade masculina. O extrato do pygeum demonstrou resultados positivos em estudos in vitro em ratos para utilização contra o câncer de próstata. A planta também é composta de beta-sitosterol, triterpenos (ácido ursólico e ácido oleanólico) e taninos.

Pygeum também estimula as secreções glandulares, abaixa os níveis de colesterol e reduz o inchaço e a inflamação, além de inibir as prostaglandinas que contribuem para a congestão vascular.

Contraindicações e efeitos colaterais do Pygeum africanum

A planta e seus compostos só devem ser utilizados com recomendação de um profissional da saúde competente. Pode causar desconforto gastrointestinal como um possível efeito colateral. Intolerância gástrica e reações alérgicas cutâneas ocorrem raramente e normalmente desaparecem com a ingestão do Pygeum Africano às refeições.

Precauções no uso do Pygeum africanum:

Não há restrições para pacientes diabéticos. O uso do Pygeum Africanum não exclui o acompanhamento pelo médico no que se refere ao controle do volume do adenoma e do resíduo pós-miccional. Pode ser usado por pessoas com mais de 65 anos de idade, desde que observadas às precauções da substância.

Posologia / concentração:

Pygeum Africanum tem se mostrado seguro e eficaz em doses variando de 50mg duas vezes por dia para 200 mg uma vez por dia.

Pague em 6 x s/juros, Aproveite! O Pygeum (Pygeum africanum) é uma árvore nativa de algumas regiões da África. Pygeum é utilizado no tratamento natural do HPB, impotência sexual e câncer de próstata

ATENÇÃO: O texto de todos os nossos produtos, são referentes a des­cri­ção técnica dos mesmos, não configurando pro­pa­gan­da e ou estímulo a auto-medicação.
Seguindo as normas da ANVISA, todo produto deve ser manipulado de acordo com o pedido do comprador, portanto será manipulado após o recebimento e aprovação do farmacêutico.

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