O Pygeum (Pygeum africanum) é uma árvore perene nativa de algumas regiões da África. Sua madeira é dura, sendo usada para fazer pisos, mobiliário, vagões de trem, cabos de machados e enxadas, além de ter uso medicinal. É também conhecida como madeira-de-ferro, cereja-africana, ameixa-seca, dentre outros nomes. Inclui o sinônimo botânico Prunus africana. Pertence a família Rosaceae.
O uso medicinal da casca do pygeum é conhecido desde o século XVIII, quando as tribos africanas ensinaram os primeiros exploradores europeus sobre sua utilização para tratar desconforto na bexiga. O extrato de pygeum é usado na Europa para tratar a hiperplasia benigna da próstata desde 1960. A casca do pygeum contém vários componentes, incluindo beta-sitosterois, que exibem ação anti-inflamatória através da inibição da produção de prostaglandinas na próstata.
Outros componentes do pygeum incluem ácido ferúlico e ésteres, que reduzem os níveis de prolactina (um hormônio que promove a captação de testosterona na próstata), e triterpenos pentacíclicos, que inibem uma enzima envolvida na inflamação e ajudam a reduzir o edema. Os cientistas acreditam que esses fitoquímicos trabalham juntos para ajudar a combater as alterações estruturais e bioquímicas associadas com a hiperplasia prostática benigna.
Como tônico masculino, o Pygeum africanum aumenta as secreções prostáticas e melhora a qualidade do sêmen. Também pode aumentar a capacidade de ereção e ajuda a combater a infertilidade masculina. O extrato do pygeum demonstrou resultados positivos em estudos in vitro em ratos para utilização contra o câncer de próstata. A planta também é composta de beta-sitosterol, triterpenos (ácido ursólico e ácido oleanólico) e taninos.
O pygeum também estimula as secreções glandulares, abaixa os níveis de colesterol e reduz o inchaço e a inflamação, além de inibir as prostaglandinas que contribuem para a congestão vascular.
Contraindicações e efeitos colaterais do Pygeum africanum
A planta e seus compostos só devem ser utilizados com recomendação de um profissional da saúde competente. Pode causar desconforto gastrointestinal como um possível efeito colateral.
Intolerância gástrica e reações alérgicas cutâneas ocorrem raramente e normalmente desaparecem com a ingestão do Pygeum Africano às refeições.
Precauções:
Não há restrições para pacientes diabéticos. O uso do Pygeum Africanum não exclui o acompanhamento pelo
médico no que se refere ao controle do volume do adenoma e do resíduo pós-miccional. Pode ser usado por pessoas com mais de 65 anos de idade, desde que observadas às precauções da substância.
Posologia / concentração: Pygeum africanum tem se mostrado seguro e eficaz em doses variando de 50
mg duas vezes por dia para 200 mg uma vez por dia.

O Pygeum (Pygeum africanum) é uma árvore perene nativa de algumas regiões da África. Sua madeira é dura, sendo usada para fazer pisos, mobiliário, vagões de trem, cabos de machados e enxadas, além de ter uso medicinal. É também conhecida como madeira-de-ferro, cereja-africana, ameixa-seca, dentre outros nomes. Inclui o sinônimo botânico Prunus africana. Pertence a família Rosaceae.

O uso medicinal da casca do Pygeum africanum é conhecido desde o século XVIII, quando as tribos africanas ensinaram os primeiros exploradores europeus sobre sua utilização para tratar desconforto na bexiga. O extrato de Pygeum é usado na Europa para tratar a hiperplasia benigna da próstata (HPB) desde 1960. A casca do Pygeum contém vários componentes, incluindo beta-sitosterois, que exibem ação anti-inflamatória através da inibição da produção de prostaglandinas na próstata.

Outros componentes do Pygeum incluem ácido ferúlico e ésteres, que reduzem os níveis de prolactina (um hormônio que promove a captação de testosterona na próstata), e triterpenos pentacíclicos, que inibem uma enzima envolvida na inflamação e ajudam a reduzir o edema. Os cientistas acreditam que esses fitoquímicos trabalham juntos para ajudar a combater as alterações estruturais e bioquímicas associadas com a hiperplasia prostática benigna.

Como tônico masculino, o Pygeum africanum aumenta as secreções prostáticas e melhora a qualidade do sêmen. Também pode aumentar a capacidade de ereção e ajuda a combater a infertilidade masculina. O extrato do pygeum demonstrou resultados positivos em estudos in vitro em ratos para utilização contra o câncer de próstata. A planta também é composta de beta-sitosterol, triterpenos (ácido ursólico e ácido oleanólico) e taninos.

Pygeum também estimula as secreções glandulares, abaixa os níveis de colesterol e reduz o inchaço e a inflamação, além de inibir as prostaglandinas que contribuem para a congestão vascular.

Contraindicações e efeitos colaterais do Pygeum africanum

A planta e seus compostos só devem ser utilizados com recomendação de um profissional da saúde competente. Pode causar desconforto gastrointestinal como um possível efeito colateral. Intolerância gástrica e reações alérgicas cutâneas ocorrem raramente e normalmente desaparecem com a ingestão do Pygeum Africano às refeições.

Precauções no uso do Pygeum africanum:

Não há restrições para pacientes diabéticos. O uso do Pygeum Africanum não exclui o acompanhamento pelo médico no que se refere ao controle do volume do adenoma e do resíduo pós-miccional. Pode ser usado por pessoas com mais de 65 anos de idade, desde que observadas às precauções da substância.

Posologia / concentração:

Pygeum Africanum tem se mostrado seguro e eficaz em doses variando de 50mg duas vezes por dia para 200 mg uma vez por dia.

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Comentários

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• Agnaldo Cerqueira
Eu, tenho aplasia benigna e quero saber se posso tomar normalmente e por quanto tempo posso tomar? e quero saber também se posso tomar ele associado a outro medicamento exemplo; (. CITRATO OU CIALIS )
⇒ Oficina de Ervas: Oi Agnaldo. Para poder te orientar, preciso que entre em contato com nossos fitoterapeutas informando sua idade, quais medicamentos você usa, quais sintomas apresenta. Deixo nossos contatos: farmacia@oficinadeervas.com.br ou pelo whats (16) 98234-0111. Estamos à disposição.


• Aguinaldo
Estou tomando mesilato de doxazosina, tenho HPB e gostaria de saber se posso tomar o Pygium africano + saw palmetto.
⇒ Oficina de Ervas: Olá, Aguinaldo. Para avaliar o seu caso, entre em contato com nossos fitoterapeutas. Informe a dosagem que você usa do mesilato de doxazozina, qual a sua idade, desde quando está fazendo o tratamento, se ainda apresenta sintomas, etc. Entre em contato clicando no link abaixo: https://www.oficinadeervas.com.br/fale-fitoterapeuta/ Estamos à disposição.


• Alexandre Guedes
o que quer dizer as letras E.S. no no do Pygeum Africanum ?? eh uma derivação dessa planta??
⇒ Oficina de Ervas: Olá, Alexandre. A sigla E.S. que dizer extrato seco. O extrato seco é uma forma concentrada do pó da planta, onde o ativo é quantificado. Existem várias formas farmacêuticas que podem ser manipuladas. Deixo um informativo abaixo sobre esse assunto: https://www.oficinadeervas.com.br/conteudo/formas-farmaceuticas-na-fitoterapia-o-que-sao-e-como-usar Caso tenha alguma dúvida ou queira alguma orientação, entre em contato com nossos fitoterapeutas pelo link abaixo: https://www.oficinadeervas.com.br/fale-fitoterapeuta Estamos à disposição.


• Carlos
Gostaria de adquirir o Pyngeum Africanum. Tenho 70 anos e levo uma vida normal com atividades físicas e boa alimentação. Utilizo suplemento com o óleo de semente de abóbora, Licopeno, Selênio, Zinco e Vitamina E. Último exame o PSA passou de 3,64 para 4,55 e o peso da Próstata é de 36,5 grs. Aguardo contato. Obrigado!
⇒ Oficina de Ervas: Olá, Carlos Para adquirir o Pygeum africano clique no link abaixo para mais informações: https://www.oficinadeervas.com.br/pygeum-africanum Você também pode complementar com o uso do Sabal: https://www.oficinadeervas.com.br/saw-palmetto Qualquer dúvida, entre em contato com nossos fitoterapeutas pelo link abaixo: https://www.oficinadeervas.com.br/fale-fitoterapeuta Ficamos a disposição.


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