O inhame (Dioscorea spp.) pertence à família Dioscoreaceae, com nove gêneros e cerca de 850 espécies.
Ele foi introduzido no Brasil, vindo da África, no século XVI. Seu nome, registrado na carta de Pero Vaz de Caminha, parece provir de "nham", onomatopéia do ato de comer que teria sido usada entre portugueses e bantos em seus primeiros contatos.
O inhame é uma planta rústica, resistente às pragas. Para crescer, precisa de sol, calor e umidade. Por isso, ele pode ser cultivado em praticamente todo o Brasil. E essa planta guarda embaixo da terra uma reserva de energia: são os rizomas redondos, ricos em carboidratos, sais minerais e vitaminas.
É um alimento rico em carboidrato, contém cálcio, ferro, fósforo, além de vitaminas do complexo B, especialmente a vitamina B1, importante no crescimento das crianças, e a vitamina B5, que auxilia o sistema imunológico.
O inhame limpa o sangue, fazendo sair todas as impurezas através da pele, dos rins, dos intestinos; fortifica os gânglios linfáticos; evita malária, dengue, febre-amarela. No caso da dengue é importante usar o inhame depois da ocorrência da doença também, para eliminar os resíduos do sangue que tornam mais dramática a recaída.
Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico.
No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis. Atualmente é muito usado para tratar problemas de pele, furunculoses e acnes, por seu efeito depurativo.
Nas mulheres aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após. Também ajuda no controle da TPM.
O Inhame pode ser consumido como fitoterápico ou na dieta normal na forma de cremes, bolos, caldos, sopas, etc.
Segue abaixo uma sugestão para consumo:
Inhame sauté
Depois de cozidos e descascados, corte os inhames em rodelas ou pedaços; esquente manteiga ou azeite numa frigideira; ponha os inhames e sobre eles bastante folhas verdes picadinhas (salsa, cebolinha, manjericão, coentro ou orégano), umas pitadinhas de sal marinho; mexa rapidamente, baixe o fogo e deixe grudar um pouquinho no fundo para ficar crocante.
Aproveitem desse alimento rico que a natureza oferece para cuidar da sua saúde!
Por: Eliza Tomoe Harada

O Inhame (Colocasia esculenta) pertence à família Dioscoreaceae, com nove gêneros e cerca de 850 espécies.

A espécie usada na fitoterapia é a que apresenta os tubérculos arredondados, marrons e a casca com fiapos, como mostra a foto.

Ele foi introduzido no Brasil, vindo da África, no século XVI. Seu nome, registrado na carta de Pero Vaz de Caminha, parece provir de "nham", onomatopeia do ato de comer que teria sido usada entre portugueses e bantos em seus primeiros contatos.

O inhame é uma planta rústica, resistente às pragas. Para crescer, precisa de sol, calor e umidade. Por isso, ele pode ser cultivado em praticamente todo o Brasil. E essa planta guarda embaixo da terra uma reserva de energia: são os rizomas redondos, ricos em carboidratos, sais minerais e vitaminas.

É um alimento rico em carboidrato, contém cálcio, ferro, fósforo, além de vitaminas do complexo B, especialmente a vitamina B1, importante no crescimento das crianças, e a vitamina B5, que auxilia o sistema imunológico.

O inhame limpa o sangue, fazendo sair todas as impurezas através da pele, dos rins, dos intestinos; fortifica os gânglios linfáticos; evita malária, dengue, febre-amarela. No caso da dengue é importante usar o inhame depois da ocorrência da doença também, para eliminar os resíduos do sangue que tornam mais dramática a recaída.

Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico.

No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis. Atualmente é muito usado para tratar problemas de pele, furunculoses e acnes, por seu efeito depurativo.

Nas mulheres aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após. Também ajuda no controle da TPM.

O Inhame pode ser consumido como fitoterápico ou na dieta normal na forma de cremes, bolos, caldos, sopas, etc.

Segue abaixo uma sugestão para consumo:

Inhame sauté

Depois de cozidos e descascados, corte os inhames em rodelas ou pedaços; esquente manteiga ou azeite numa frigideira; ponha os inhames e sobre eles bastante folhas verdes picadinhas (salsa, cebolinha, manjericão, coentro ou orégano), umas pitadinhas de sal marinho; mexa rapidamente, baixe o fogo e deixe grudar um pouquinho no fundo para ficar crocante.

Aproveitem desse alimento rico que a natureza oferece para cuidar da sua saúde!

Por: Eliza Tomoe Harada

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Comentários

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• maria cecilia m bastos
Bom dia ! adquiri a tintura de inhame e gostaria de uma sugestão de dosagem padrão para tomar. Já tomei o elixir de inhame e me deu um resultado bem positivo sem efeitos indesejados. Agradeço orientação .
⇒ Oficina de Ervas: Olá Maria. A sugestão posológica é de 50 gotas 3 vezes ao dia. para mais orientações peço que entre em contato com nossos fitoterapeutas pelo e-mail: farmacia@oficinadeervas.com.br Estamos à disposição.


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