Histórico = Originária do Mediterrâneo, embora amplamente cultivada na Europa, na Ásia e na África. A arruda foi trazida ao Brasil pelos colonizadores Portugueses. A superstição e o folclore popular atribui à arruda a capacidade de “espantar o mau olhado”, sendo largamente usada por benzedeiras e curandeiros, como 
planta “mágica”. Em culturas muito antigas, são encontradas referências sobre seus poderes contra as "más vibrações" e 
seu uso na magia e religião. William Shakespeare, na obra Hamlet, se refere à arruda como sendo "a erva sagrada dos domingos", nos rituais de exorcismos. 
A origem do nome Ruta graveolens vem do grego “rute”, que 
significa “salvador”. Na Idade Média, acreditava-se que a arruda defendia as pessoas contra a peste negra. No sul da Europa, as raízes da arruda eram adicionadas a um tipo de bebida chamada "grappa", um licor digestivo. Hieronymus Bock, considerado 
um dos primeiros botânicos da história, nos seus escritos de 1551, recomendava para que monges e religiosos ingerissem a arruda, misturada aos alimentos e às bebidas, para garantir a pureza e 
castidade.
É utilizado em uso externo para combate de fungos, sarna e piolho.


Histórico = Originária do Mediterrâneo, embora amplamente cultivada na Europa, na Ásia e na África. A arruda foi trazida ao Brasil pelos colonizadores Portugueses. A superstição e o folclore popular atribui à arruda a capacidade de “espantar o mau olhado”, sendo largamente usada por benzedeiras e curandeiros, como planta “mágica”. Em culturas muito antigas, são encontradas referências sobre seus poderes contra as "más vibrações" e seu uso na magia e religião. William Shakespeare, na obra Hamlet, se refere à arruda como sendo "a erva sagrada dos domingos", nos rituais de exorcismos. 
A origem do nome Ruta graveolens vem do grego “rute”, que significa “salvador”. Na Idade Média, acreditava-se que a arruda defendia as pessoas contra a peste negra. No sul da Europa, as raízes da arruda eram adicionadas a um tipo de bebida chamada "grappa", um licor digestivo. Hieronymus Bock, considerado um dos primeiros botânicos da história, nos seus escritos de 1551, recomendava para que monges e religiosos ingerissem a arruda, misturada aos alimentos e às bebidas, para garantir a pureza e castidade.
É utilizado em uso externo para combate de fungos, sarna e piolho.

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