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Boldo Brasileiro

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Categoria: Fitoterápicos/ Produtos Naturais

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Veja para que serve Boldo Brasileiro

Boldo Brasileiro (Plectranthus barbatus/ Coleus barbatus)

AÇÃO E INDICAÇÃO:

Afecções hepáticas (hepatites, calculose biliar, ressaca alcoólica), dispepsias, gastrite, úlcera, diarréias, flatulência. Diurético. Auxiliar no tratamento de hipercolesteromia.

FORMAS UTILIZADAS:

-Cápsulas (pó)

-Tintura (líquido)

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Boldo Brasileiro


Plectranthus barbatus Andrews (Boldo-brasileiro).

 DESCRIÇÃO
Planta herbácea ou subarbustiva, perene e aromática. Ereta, quando jovem e decumbente após 1-2 anos. Pouco ramificada, de até 1,5 m de altura.
Folhas opostas, simples, ovaladas de bordos denteadas, pilosas, medindo 5 a 8 cm de comprimento. Flexíveis mesmo quando secas, sendo mais espessas e suculentas quando frescas.
Flores azuis, dispostas em inflorescências racemos-apicais. Não floresce nas condições de Nordeste, exceto nas serras úmidas.
Possui sabor amargo e odor característico.
*Esta planta parece com o malvariço (Plectranthus amboinicus) que tem propriedades bem diferentes, mas pode ser facilmente reconhecida pelo seu sabor amargo, ausente nos talos, cheiro diferente do malvariço e por possuir folhas macias e dobráveis.
** Sinonímia do Coleus barbatus.
(Lorenzi, H. et al., 2002; Almassy Júnior, A.A. et al., 2005; Mattos, S. H. et al., 2006).

 USOS
a) Gastrite, na dispepsia, azia, mal estar gástrico (estômago embrulhado), ressaca e como amargo estimulante da digestão e do apetite.
Infusão: usa-se o chá ou o extrato aquoso feito de preferência com a folha fresca. O chá é do tipo abafado (infuso), feito com 3 ou 4 folhas com água fervente em quantidade bastante para uma xícara das médias. Toma-se uma a três xícaras do chá, adoçado ou não, opcionalmente (Lorenzi, H. et al., 2002).

b) Afecções hepáticas (hepatite, cólicas, congestões,etc.), dispepsias ,flatulência, obstipação, afecções gástricas, inapetência, cálculos biliares, debilidade orgânica.
Infusão: o chá é feito por infusão de uma a três folhas secas por xícara grande de água fervente. Tomar de uma a três xícaras de chá ao dia (Escola superior de agricultura “Luiz de Queiroz”, 2008; Programa Municipal Fitoviva, 2008).

c) Afecções hepáticas e vesiculares, e influenciando, assim, beneficamente a digestão:
Chá por decocção, dosagem normal. Sumo: amassar duas folhas em um copo e completar com água. Tomar duas a três vezes ao dia (Unilavras, 2008).

d) Insônia.
Decocção: chá por decocção, sob a forma de banhos, age como tranqüilizante e proporciona sono reparador (Escola superior de agricultura “Luiz de Queiroz”, 2008; Unilavras, 2008).

e) Tônico para o fígado.
Coloque para ferver uma xícara (chá) de água filtrada, uma colher (sobremesa) de boldo e uma colher (sobremesa) de carqueja (Baccharis trimera). Desligue o fogo e abafe durante 10 minutos e coe. Não tomar mais de 3 xícaras por dia (Jardim de Flores, 2008).

f) Infuso hepático. Ferva uma xícara (chá) de água filtrada e desligue o fogo. Coloque imediatamente uma colher (sobremesa) de boldo, uma colher (sobremesa) de losna e uma colher (sobremesa) de menta. Abafe por 10 minutos e coe. Ideal é consumir uma xícara antes das principais refeições, para tratar males do fígado e vesícula (Jardim de Flores, 2008).

TOXICIDADE E CUIDADOS NO USO
Grandes doses ou uso prolongado causam irritação gastrointestinal e elevação da pressão arterial (Programa Municipal Fitoviva, 2008; Almassy Júnior, A.A. et al., 2005; Escola superior de agricultura “Luiz de Queiroz”, 2008).

 CULTIVO
É originária da Índia e é muito resistente, sendo cultivada em vários estados do Brasil, desde o Rio Grande do Sul até o Amazonas (Lorenzi, H. et al., 2002; Almassy Júnior, A.A. et al., 2005; Jardim de Flores, 2008).

PROPAGAÇÃO
Propaga-se, facilmente, por meio de estacas retiradas da planta-matriz (Unilavras, 2008; Jardim de Flores, 2008; Almassy Júnior, A.A. et al., 2005; Mattos, S. H. et al., 2006). Utiliza-se de estacas semilenhosas com 20 cm de comprimento (Mattos, S. H. et al., 2006).
As mudas são transplantadas após 30 dias para o local definitivo (Mattos, S. H. et al., 2006).

PLANTIO
O ano todo (Almassy Júnior, A.A. et al., 2005). Para o cultivo em vasos ou jardineiras, é preciso garantir pelo menos 30 cm de profundidade (Jardim de Flores, 2008).

CLIMA
Tropical. Desenvolve-se melhor a pleno sol. Não se desenvolve bem em locais muito sombreados, comprometendo a produção (Jardim de Flores, 2008; Almassy Júnior, A.A. et al., 2005).
Sensível apenas às geadas (Jardim de Flores, 2008).
Durante o período de crescimento ativo regue abundantemente sempre que necessário para manter a mistura completamente úmida, mas nunca deixe o vaso em água. Durante o período de repouso regue apenas o indispensável para impedir que a mistura seque (Kindersley, D., 1984).

SOLO
Adapta-se a uma variedade de solos. Não tolera solos encharcados (Almassy Júnior, A.A. et al., 2005).
Não é exigente quanto a solos (Unilavras, 2008). Recomenda-se a aplicação de 10 Kg/m2 de esterco bovino curtido (Mattos, S. H. et al., 2006).



COLHEITA
As folhas já podem ser colhidas poucos meses após o plantio, colhendo-as a partir de 120 dias (Mattos, S. H. et al., 2006; Unilavras, 2008).
Como as folhas são as partes utilizadas com finalidades medicinais, o ideal é fazer a poda das inflorescências (pendões florais), um pouco antes da colheita, para obter uma planta volumosa e, também, por que durante a floração, as folhas perdem parte de suas propriedades terapêuticas, por isso devem ser colhidas antes desse período. (Jardim de Flores, 2008; Unilavras, 2008).

OUTRAS INFORMAÇÕES
Seu ciclo vegetativo no Nordeste é de 175 dias (Mattos, S. H. et al., 2006).

 por Rodolfo Viana

 

BIBLIOGRAFIAS

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