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SP aumenta em 55% entrega gratuita da Droga da Obediência!

 

Este mês recebi uma notícia polêmica, para não dizer triste, sobre uma pesquisa realizada no estado de São Paulo.
Um levantamento feito por 40 entidades de saúde e de educação do País mostra que, no intervalo de um ano, o Sistema Único de São Paulo (SUS-SP) aumentou em 54,9% a compra e a distribuição gratuita de metilfenidato (Ritalina é o nome comercial), a chamada "droga da obediência".
O medicamento é um estimulante cerebral usado, especialmente, em crianças do sexo masculino com até 12 anos e que se enquadram nos sintomas de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) .
O diagnóstico do TDAH é feito por meio de avaliação clínica, observando os sintomas impostos pela doença. Por ora, não há um exame laboratorial, como raio-X ou ressonância magnética por exemplo, capaz de apontar alterações cerebrais que evidenciem a doença. Neste contexto, o uso da "droga da obediência" não é uma unanimidade entre os especialistas.
Na divisão de opiniões, os defensores do remédio apontam que ele ameniza problemas sérios e traumáticos vivenciados pelas crianças com TDAH. Para eles, o aumento da entrega nas farmácias públicas e das vendas nas unidades privadas indica acolhimento dos pacientes que antes ficavam distantes do tratamento.
Foram avaliadas 8 mil crianças, entre 6 e 12 anos, de 18 Estados e 87 cidades brasileiras. Na pesquisa – que teve apoio de universidades da Itália e dos Estados Unidos – o índice de TDAH encontrado foi de 3,9%, montante que não variou na comparação de renda e escolaridade dos participantes.
“É uma parcela importante da população infantil que carece destes cuidados. Saber que há um aumento do uso do medicamento pode indicar que os médicos estão mais sensíveis em identificar e tratar estas crianças”, completa o psiquiatra e doutorando pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Daniel Segenreich.
Já parte dos estudiosos enxerga exagero na utilização do medicamento. Para os integrantes do Fórum sobre Medicalização – entidade autora do levantamento feito na rede pública paulista – a "droga da obediência" pode estar sendo usada como muleta para curar comportamentos que podem ser apenas características pessoais dos pacientes, como timidez, indisciplina ou dificuldade de aprendizagem.
“Vivemos em uma sociedade que convive com um sistema de educação com pouca qualidade. Ainda assim, é esperado que a criança aprenda em um determinado tempo e velocidade e apresente um tipo de comportamento. Se ela foge disso, acaba enquadrada como portadora de uma doença”, afirma Carla Biancha Angelucci, presidente do Conselho de Psicologia de São Paulo, membro do Fórum de Medicalização.
“Oferecer um medicamento para uma criança sem um debate honesto e amplo sobre a qualidade da escola, a participação da família neste processo é individualizar o problema. É culpar a criança pelas situações que ela enfrenta e acreditar que a solução está em uma pílula.”
Para a pediatra do Hospital São Luiz, Alessandra Cavalcante, para avaliar o comportamento dos filhos é preciso antes olhar a postura dos pais.
"Identificar que uma criança não respeita limites exige atentar se os pais, de fato, estão impondo limites para esta criança."
A meu ver, "dopar" a criança passa a ser uma solução fácil para os pais, quando a criança não obedece as regras impostas ou não tem limites. Outro fato é que tratando o filho como doente, ameniza a culpa de quem não soube educar.
Não estou generalizando, mas já vi vários casos em que o diagnóstico do transtorno traz alívio para a mãe desequilibrada, ou para o pai ausente!
Acordem para a realidade! As crianças tem suas características próprias, sua forma de expressão e estão vindo cada vez mais evoluidas. Os pais é que tem que estar preparados para educar, dar proteção, amor e limites. Pais equilibrados conseguem enxergar o filho como ele é, oferecem escolas e juntos acompanham seu desempenho.
Defendo os professores, que não são obrigados a aguentar crianças mal-educadas e agressivas, mas nem por isso, induzir os pais a acreditarem que a criança é hiperativa.
Antes de qualquer medicação, tanto os pais quanto a criança, deveriam ser avaliados de forma sincera, por profissionais competentes. 
Existem muitos recursos antes de qualquer droga, começando pela conscientização. Recursos psicoterapêuticos, medicamentos vibracionais (Florais, cristais, homeopáticos), terapias complementares, até as coisas mais simples, mas que parecem tão difíceis, como a conversa clara e sincera, podem auxiliar e levar a um resultado positivo.
Fica aqui uma dica para quem gosta de filmes: "Assim como as Estrelas, as Crianças São Especiais" de Aamir Khan.
Peço a todos um pouco mais de dicernimento e respeito àqueles que em breve serão os adultos e condutores do nosso mundo!
"Eduque às crianças e não será necessario castigar aos homens" (Pitágoras - 570 a 497 a.C.)


Este ano recebi uma notícia polêmica, para não dizer triste, sobre uma pesquisa realizada no estado de São Paulo.

saude.ig.com.br de 15/01/2013.

Um levantamento feito por 40 entidades de saúde e de educação do País mostra que, no intervalo de um ano, o Sistema Único de São Paulo (SUS-SP) aumentou em 54,9% a compra e a distribuição gratuita de metilfenidato (Ritalina é o nome comercial), a chamada "droga da obediência".

O medicamento é um estimulante cerebral usado, especialmente, em crianças do sexo masculino com até 12 anos e que se enquadram nos sintomas de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) .

                                     crianca TDAH

O diagnóstico do TDAH é feito por meio de avaliação clínica, observando os sintomas impostos pela doença. Por ora, não há um exame laboratorial, como raio-X ou ressonância magnética por exemplo, capaz de apontar alterações cerebrais que evidenciem a doença. Neste contexto, o uso da "droga da obediência" não é uma unanimidade entre os especialistas.

Na divisão de opiniões, os defensores do remédio apontam que ele ameniza problemas sérios e traumáticos vivenciados pelas crianças com TDAH. Para eles, o aumento da entrega nas farmácias públicas e das vendas nas unidades privadas indica acolhimento dos pacientes que antes ficavam distantes do tratamento.

Foram avaliadas 8 mil crianças, entre 6 e 12 anos, de 18 Estados e 87 cidades brasileiras. Na pesquisa – que teve apoio de universidades da Itália e dos Estados Unidos – o índice de TDAH encontrado foi de 3,9%, montante que não variou na comparação de renda e escolaridade dos participantes.

“É uma parcela importante da população infantil que carece destes cuidados. Saber que há um aumento do uso do medicamento pode indicar que os médicos estão mais sensíveis em identificar e tratar estas crianças”, completa o psiquiatra e doutorando pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Daniel Segenreich.

Já parte dos estudiosos enxerga exagero na utilização do medicamento. Para os integrantes do Fórum sobre Medicalização – entidade autora do levantamento feito na rede pública paulista – a "droga da obediência" pode estar sendo usada como muleta para curar comportamentos que podem ser apenas características pessoais dos pacientes, como timidez, indisciplina ou dificuldade de aprendizagem.

“Vivemos em uma sociedade que convive com um sistema de educação com pouca qualidade. Ainda assim, é esperado que a criança aprenda em um determinado tempo e velocidade e apresente um tipo de comportamento. Se ela foge disso, acaba enquadrada como portadora de uma doença”, afirma Carla Biancha Angelucci, presidente do Conselho de Psicologia de São Paulo, membro do Fórum de Medicalização.

crianca- bad crianca- rebelde crianca- triste

“Oferecer um medicamento para uma criança sem um debate honesto e amplo sobre a qualidade da escola, a participação da família neste processo é individualizar o problema. É culpar a criança pelas situações que ela enfrenta e acreditar que a solução está em uma pílula.”
Para a pediatra do Hospital São Luiz, Alessandra Cavalcante, para avaliar o comportamento dos filhos é preciso antes olhar a postura dos pais.
"Identificar que uma criança não respeita limites exige atentar se os pais, de fato, estão impondo limites para esta criança."


A meu ver, "dopar" a criança passa a ser uma solução fácil para os pais, quando a criança não obedece as regras impostas ou não tem limites. Outro fato é que tratando o filho como doente, ameniza a culpa de quem não sabe educar.

Não estou generalizando, mas já vi vários casos em que o diagnóstico do transtorno traz alívio para a mãe desequilibrada, ou para o pai ausente!

Acordem para a realidade! As crianças tem suas características próprias, sua forma de expressão e estão vindo cada vez mais evoluidas. Os pais é que tem que estar preparados para educar, dar proteção, amor e limites. Pais equilibrados conseguem enxergar o filho como ele é, oferecem escolas e juntos acompanham seu desempenho.

Defendo os professores, que não são obrigados a aguentar crianças mal-educadas e agressivas, mas nem por isso, podem induzir os pais a acreditarem que a criança é doente.

Antes de qualquer medicação, tanto os pais quanto a criança, deveriam ser avaliados de forma sincera, por profissionais competentes. 

Existem muitos recursos antes de qualquer droga, começando pela conscientização. Recursos psicoterapêuticos, medicamentos vibracionais (Florais, cristais, homeopáticos), terapias complementares, acompanhamentos pedagógicos e até as coisas mais simples, mas que parecem tão difíceis, como a conversa clara e sincera, podem auxiliar e levar a um resultado positivo.

Fica aqui uma dica para quem gosta de filmes: "Assim como as Estrelas, as Crianças São Especiais" de Aamir Khan.

Peço a todos um pouco mais de dicernimento e respeito àqueles que em breve serão os adultos e condutores do nosso mundo!

                                            worklover

"Eduque as crianças e não será necessário castigar aos homens"

(Pitágoras - 570 a 497 a.C.)

Por: Eliza Harada 

                    

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