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Babosa além da beleza

Babosa - informativo

A Babosa, também conhecida pelo seu

nome científico Aloe vera, é uma planta muito

 rústica da família

 Xanthorrhoeaceae. Ela possui folhas tenras,

 onde armazena muita água,

 fazendo com que

 sobreviva meses sem ser molhada e cresça em qualquer tipo de solo não

 úmido. Por isso, a planta se espalhou por todas as regiões de clima quente e ameno.

Originária da África e utilizada no mundo inteiro, a Babosa ficou conhecida por seu uso na indústria de cosméticos e medicamentos, devido à suas diversas propriedades fitoterápicas.

 

Para que serve a Babosa?


Há vários componentes na Babosa que possuem propriedades benéficas para o nosso corpo,

 contendo cerca de 75 ativos, como vitaminas, enzimas, minerais, açúcares, ligninas,

 saponinas, ácido salicílico e aminoácidos. Todos esses ativos somam nas seguintes propriedades:

Antioxidante - devido às Vitaminas A, C e E, e alguns minerais, que neutralizam os radicais livres.

Anti-inflamatória - a Babosa contém bradiquinase, c-glucosyl chromone, ácidos graxos e ácido salicílico, substâncias que ajudam a diminuir inflamações. A auxina e giberelina também ajudam nesse processo anti-inflamatório.

Laxativa - as antraquinonas contidas na Babosa diminuem a absorção de água pelo intestino, estimulam a secreção de muco e causam uma leve irritação no intestino, que faz aumentar os movimentos peristálticos, facilitando a excreção.

Cicatrizante - efeito causado pelas auxina, giberelina e glucomanam, que interagem com os

 receptores do fator de crescimento nos fibroblastos, estimulando e aumentando a síntese de colágeno. Com isso, acelera a cicatrização de feridas, diminuindo o risco de cicatrizes. Essa ação ocorre tanto externamente (pele) quanto internamente, podendo ser usada para problemas de estômago.

Antisséptica - a Babosa contém 6 agentes que combatem fungos, bactérias e vírus: Lupeol,

Analgésica - devido, novamente, ao Lupeol e a duas

Babosa - informativo1

 antraquinonas: a Aloina e a Emodina. O efeito analgésico também ocorre devido aos outros ativos anti-inflamatórios. ácido salicílico, nitrogênio uréico, ácido cinâmico, fenóis e enxofre.

Fortalece o sistema imunológico - pois a Babosa contém uma substância chamada Alprogen e mais alguns compostos e baixo peso molecular que ajudam a fortalecer as defesas do corpo.

Hidratante - os mucopolissacarídeos da Babosa ajudam a prender a umidade na pele e cabelos. Os ativos cicatrizantes estimulam os fibroblastos a produzirem mais colágeno e fibras de elastina, deixando a pele mais lisa e com mais elasticidade. Os aminoácidos ajudam a deixar a pele mais macia e o zinco age como adstringente, diminuindo os poros.

 

Cuidados com a Babosa

A melhor forma de usar a Babosa é ela fresca in natura, mas no caso da ingestão, também é possível consumir em forma de cápsulas ou chá do pó.

Na forma fresca, é importante lavar bem a mucilagem amarelada que a planta pode soltar, para que não ocorra reações alérgicas na pele.

Não é recomendado o uso interno frequente da Babosa, pois a irritação na mucosa intestinal pode aumentar com o uso diário por muito tempo e causar danos ao organismo. A melhor forma de evitar constipação intestinal é uma alimentação rica em fibras e a prática de exercícios físicos.

Grávidas e lactantes não devem consumir a Babosa sem acompanhamento especializado.

 

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Bibliografia: Surjushe A, Vasani R, Saple D G. Aloe vera: A short review. Indian J Dermatol 2008;53:163-6

Vitória Emi H M

                    

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