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Promover a Saúde é simples, mas não dá Ibope!

maria paula  Por Maria Paula Dallalana - Acupunturista

A saúde não dá ibope 
O conceito de saúde na Medicina Chinesa não implica simplesmente a ausência de doença, mas sim o equilíbrio energético do ser humano. As palavras-chave deste equilíbrio são flexibilidade, adaptabilidade e livre fluir. Dessa forma, quando saudável o indivíduo deve apresentar uma relação harmônica em vários níveis: tanto no universo interior (microcosmo) quanto no universo exterior (macrocosmo) adaptando-se facilmente às transformações da vida e do ambiente natural.
Para que finalmente exista um desequilíbrio deve ocorrer uma justaposição de fatores patológicos, que virão a se manifestar através de sintomas. Os sintomas de adoecimento não são, portanto, inimigos a serem simplesmente combatidos. Antes de qualquer coisa os sintomas são nosso sinal de alerta, nossa sirene de incêndio, demonstrando que algo não vai bem, ou seja, que o desequilíbrio está se instalando.
Saindo da passividade                  
Nas palavras da escritora Sonia Hirsch:“promover a saúde é muito simples, mas ao mesmo tempo dá pouca repercussão, porque você tem que ficar falando das mesmas coisas sempre: comer bem, dormir bem, respirar bem, se movimentar, ter uma boa relação afetiva... Nada disso é pirotécnico, nada disso provoca escândalo. O que faz escândalo é um vírus novo que está matando não sei quantas pessoas desnutridas num país paupérrimo, onde qualquer coisa mata e uma vacina americana que vai salvar todos nós de futuras doenças misteriosas”. 
Por isso, a tarefa do acupunturista tradicional vai muito além da inserção de agulhas dentro do consultório, ela é, sobretudo, um trabalho educativo, e talvez essa seja a parte mais difícil do trabalho.
O paciente precisa sair do papel passivo, daquele que espera “pacientemente” uma solução. Ele precisa compreender a lógica dos sintomas, o seu significado. Ao mesmo tempo é preciso descobrir entre todas as variáveis da vida cotidiana, quais os principais causadores do desequilíbrio. Como estes fatores dependem muito do estilo de vida do paciente, o trabalho nunca pode se restringir ao espaço do consultório, pois é fora dele que o paciente precisa assumir a responsabilidade por mudar suas condutas e buscar uma maior qualidade de vida em todos os aspectos.
Cotidiano saudável
Acostumados que somos a uma mentalidade de consumo, somos também acostumados a “comprar” a saúde através de cápsulas, pílulas e receitas milagrosas. Porém, na sua imensa maioria, os remédios servem somente “para remediar”. O único caminho certo para a saúde é o do dia-a-dia, dos pequenos hábitos que precisamos cultivar em várias esferas do nosso cotidiano.
O trabalho do acupunturista vai muito além do consultório, pois ele precisa juntamente com o paciente implementar medidas práticas e preventivas que precisam ser tomadas na vida diária, fora das paredes do consultório e do horário da sessão. Essas medidas podem ir desde iniciar um treinamento físico, retirar algum alimento tóxico da dieta, incentivar a resolução de conflitos emocionais, etc., motivando o paciente a minimizar os fatores justapostos que estão causando o desequilíbrio. Essa conduta dá trabalho e não dá ibope, mas é o que realmente funciona. E sem efeitos colaterais.
Maria Paula Dallalana


O conceito de saúde na Medicina Chinesa não implica simplesmente a ausência de doença, mas sim o equilíbrio energético do ser humano. As palavras-chave deste equilíbrio são flexibilidade, adaptabilidade e livre fluir. Dessa forma, quando saudável o indivíduo deve apresentar uma relação harmônica em vários níveis: tanto no universo interior (microcosmo) quanto no universo exterior (macrocosmo) adaptando-se facilmente às transformações da vida e do ambiente natural.

Para que finalmente exista um desequilíbrio deve ocorrer uma justaposição de fatores patológicos, que virão a se manifestar através de sintomas. Os sintomas de adoecimento não são, portanto, inimigos a serem simplesmente combatidos. Antes de qualquer coisa os sintomas são nosso sinal de alerta, nossa sirene de incêndio, demonstrando que algo não vai bem, ou seja, que o desequilíbrio está se instalando.


Saindo da passividade                 

Nas palavras da escritora Sonia Hirsch:“promover a saúde é muito simples, mas ao mesmo tempo dá pouca repercussão, porque você tem que ficar falando das mesmas coisas sempre: comer bem, dormir bem, respirar bem, se movimentar, ter uma boa relação afetiva... Nada disso é pirotécnico, nada disso provoca escândalo. O que faz escândalo é um vírus novo que está matando não sei quantas pessoas desnutridas num país paupérrimo, onde qualquer coisa mata e uma vacina americana que vai salvar todos nós de futuras doenças misteriosas”. 

Por isso, a tarefa do acupunturista tradicional vai muito além da inserção de agulhas dentro do consultório, ela é, sobretudo, um trabalho educativo, e talvez essa seja a parte mais difícil do trabalho.

acupuntura  foto acupuntura   auriculo

O paciente precisa sair do papel passivo, daquele que espera “pacientemente” uma solução. Ele precisa compreender a lógica dos sintomas, o seu significado. Ao mesmo tempo é preciso descobrir entre todas as variáveis da vida cotidiana, quais os principais causadores do desequilíbrio. Como estes fatores dependem muito do estilo de vida do paciente, o trabalho nunca pode se restringir ao espaço do consultório, pois é fora dele que o paciente precisa assumir a responsabilidade por mudar suas condutas e buscar uma maior qualidade de vida em todos os aspectos.

Cotidiano saudável

Acostumados que somos a uma mentalidade de consumo, somos também acostumados a “comprar” a saúde através de cápsulas, pílulas e receitas milagrosas. Porém, na sua imensa maioria, os remédios servem somente “para remediar”. O único caminho certo para a saúde é o do dia-a-dia, dos pequenos hábitos que precisamos cultivar em várias esferas do nosso cotidiano.

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O trabalho do acupunturista vai muito além do consultório, pois ele precisa juntamente com o paciente implementar medidas práticas e preventivas que precisam ser tomadas na vida diária, fora das paredes do consultório e do horário da sessão. Essas medidas podem ir desde iniciar um treinamento físico, retirar algum alimento tóxico da dieta, incentivar a resolução de conflitos emocionais, etc., motivando o paciente a minimizar os fatores justapostos que estão causando o desequilíbrio. Essa conduta dá trabalho e não dá ibope, mas é o que realmente funciona. E sem efeitos colaterais.

                    

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