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O belo e terapêutico Ipê Roxo

 

Nessa época do ano somos presentados pelos ipês que exibem flores de extrema beleza. Uma das espécies é o Ipê Roxo (Tabebuia avellanedae) , também chamado de Pau D'Arco, Tabebuia, Ipê-Roxo-do-Cerrado, Cinco Folhas, Caraíba, Tecoma e Lapacho (espanhol).
É uma planta nativa da América Central e do Sul. Árvore grande com floração abundante de róseo a roxo, se destaca facilmente quando em flor, seu tronco é bastante rugoso (Ipê é uma palavra de origem tupi, que significa árvore cascuda). Floresce de junho a agosto. É produtora de excelente madeira, além de ser belíssima ornamental.
O Ipê-roxo é encontrado e utilizado desde o norte da Amazônia até o Norte da Argentina. O Termo indígena "taheebo" era referente à madeira durável e dura do ipê, com a qual os índios faziam seus arcos para caças, daí o nome "pau-d'arco" batizado pelos portugueses.
Além da utilização da madeira, que por sua qualidade, quase levou a espécie à extinção, existe ainda o  valor medicinal dessa planta, cujo princípio ativo, o Lapachol, tem sido estudado desde os anos 60.
O ipê-roxo é tradicionalmente utilizado na medicina popular do Peru desde a época do império Inca. É um laxante moderado. É usado na medicina alternativa para tratamento de câncer de pulmão, próstata e cólon e acredita-se que aumenta a produção de células vermelhas no sangue. Apresenta também ótimos resultados contra o parasita da malária. A substância química exibe atividade antibacteriana.
É usado tradicionalmente para diversos tratamentos como AIDS (HIV), artrite, asma, bronquites, câncer, candidíase, colite, cistite, diabetes, disenteria, Doença de Hodgkin, doenças venéreas, fadiga, febre, gastrite, gripe, herpes, hipertensão, infecção fungosa, leucemia, lombriga, lupus, osteomielite, parasitas, pé-de-atleta, prostatite, resfriados, tricomoníase, tuberculose, tumores, úlceras.
Propriedades medicinais: analgésico, antibacteriano, antifúngico, anti-inflamatório, antioxidante, antitumor, antivirótico, diurético, febrífugo, imunoestimulante, laxante.
O uso excessivo pode soltar os intestinos e resultar na perda de células vermelhas do sangue, podendo causar anemia.
A exemplo do Ipê Roxo, devemos entender que a exploração de qualquer espécie vegetal deve ser feita de forma consciente, para não provocarmos a sua extinção. Assim poderemos nos beneficiar de suas propriedades medicinais, da sua sombra, da sua beleza...
Cuidem bem da natureza, e ela cuidará de você!
Por: Eliza Tomoe Harada

Nessa época do ano somos presentados pelos ipês que exibem flores de extrema beleza. Uma das espécies é o Ipê Roxo (Tabebuia avellanedae) , também chamado de Pau D'Arco, Tabebuia, Ipê-Roxo-do-Cerrado, Cinco Folhas, Caraíba, Tecoma e Lapacho (espanhol).

É uma planta nativa da América Central e do Sul. Árvore grande com floração abundante de róseo a roxo, se destaca facilmente quando em flor, seu tronco é bastante rugoso (Ipê é uma palavra de origem tupi, que significa árvore cascuda). Floresce de junho a agosto. É produtora de excelente madeira, além de ser belíssima ornamental.

ipe arvore ipe passaro ipe paisagem

O Ipê-roxo é encontrado e utilizado desde o norte da Amazônia até o Norte da Argentina. O Termo indígena "taheebo" era referente à madeira durável e dura do ipê, com a qual os índios faziam seus arcos para caças, daí o nome "pau-d'arco" batizado pelos portugueses.

Além da utilização da madeira, que por sua qualidade, quase levou a espécie à extinção, existe ainda o  valor medicinal dessa planta, cujo princípio ativo, o Lapachol, tem sido estudado desde os anos 60.
O ipê-roxo é tradicionalmente utilizado na medicina popular do Peru desde a época do império Inca. É um laxante moderado. É usado na medicina alternativa para tratamento de câncer de pulmão, próstata e cólon e acredita-se que aumenta a produção de células vermelhas no sangue. Apresenta também ótimos resultados contra o parasita da malária. A substância química exibe atividade antibacteriana.

É usado tradicionalmente para diversos tratamentos como AIDS (HIV), artrite, asma, bronquites, câncer, candidíase, colite, cistite, diabetes, disenteria, Doença de Hodgkin, doenças venéreas, fadiga, febre, gastrite, gripe, herpes, hipertensão, infecção fungosa, leucemia, lombriga, lupus, osteomielite, parasitas, pé-de-atleta, prostatite, resfriados, tricomoníase, tuberculose, tumores, úlceras.
Propriedades medicinais: analgésico, antibacteriano, antifúngico, anti-inflamatório, antioxidante, antitumor, antivirótico, diurético, febrífugo, imunoestimulante, laxante.

O uso excessivo pode soltar os intestinos e resultar na perda de células vermelhas do sangue, podendo causar anemia.

A exemplo do Ipê Roxo, devemos entender que a exploração de qualquer espécie vegetal deve ser feita de forma consciente, para não provocarmos a sua extinção. Assim poderemos nos beneficiar de suas propriedades medicinais, da sua sombra, da sua beleza...

Cuidem bem da natureza, e ela cuidará de você!

Por: Eliza Tomoe Harada

                    

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