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Equinácea, a planta que protege contra gripes.

 

A Equinácea é uma planta originária da América do Norte, sendo utilizada há séculos pelos indígenas como cicatrizante de ferimentos e para neutralizar o veneno de cobras. Com a chegada dos colonizadores europeus, estes também passaram a se valer das virtudes desta planta, e rapidamente a incluíram em seu arsenal terapêutico. Os resultados eram tão impressionantes, que rapidamente estava sendo difundida pela Europa como um excelente medicamento para qualquer tipo de doença infecciosa.
O gênero Echinacea possui 9 espécies, sendo que apenas 3 (Echinacea angustifolia, E. purpurea e E. pallida ) são utilizadas como plantas medicinais. Normalmente possuem porte baixo, chegando a 60 cm de comprimento, muito parecidas a uma touceira de margarida. Apresentam flores de extrema beleza, com pétalas de coloração púrpura voltadas para baixo, e muito visitada por insetos polinizadores, principalmente pelas abelhas que vão atrás de seu rico néctar e pela abundância de pólen. Como droga pode-se utilizar praticamente a planta toda, desde as raízes até as partes aéreas.
Com o surgimento dos antibióticos esta planta foi deixada de lado, quase caindo no esquecimento. Mas agora com o retorno das terapias menos invasivas e mais naturais, a Equinácea voltou a ocupar um lugar de destaque na fitoterapia. Atualmente é uma das plantas mais produzidas e comercializadas no mundo todo.
Mas quais são as virtudes terapêuticas desta planta?
Na verdade ela age como um antibiótico natural e um grande imunoestimulante, ajudando a combater bactérias, fungos, vírus e outros tipos de agentes causadores de doenças. A Equinácea estimula de várias formas o sistema imunológico do organismo, que é fundamental para combater as doenças infecciosas. Além disso aumenta a produção de uma substância denominada de interferon, que é um agente anti-viral. Porém, como estes efeitos são por um período muito curto, recomenda-se utilizar a Equinácea várias vezes ao dia. Além disso não se recomenda o uso por mais de 2 meses seguidos, pois o organismo não responderá mais com a mesma intensidade. 
Normalmente utiliza-se a Equinácea para resfriados, gripes, problemas infecciosos recidivantes, como infecções vaginais por fungos, infecções das vias urinárias, amigdalite, bronquite, sinusite, herpes genital, herpes oral e até mesmo o herpes-zóster. Existem alguns estudos mostrando que a Equinácea poderia ser utilizada para combater a Síndrome do Cansaço Crônico, auxiliar no tratamento da AIDS, e em alguns tipos de câncer, principalmente nos casos onde o sistema imunológico fica abalado devido ao tratamento com a quimioterapia. No comércio encontra-se a planta em forma de cápsula, tintura, extrato fluído, extrato seco e até mesmo em xarope. Com tanta riqueza não dá para deixar de lado uma planta como esta, não importando sua origem, pois as fronteiras políticas, quem inventou não foi o Criador e sim os homens.
Ademar Menezes Junior

A Equinácea é uma planta originária da América do Norte, sendo utilizada há séculos pelos indígenas como cicatrizante de ferimentos e para neutralizar o veneno de cobras. Com a chegada dos colonizadores europeus, estes também passaram a se valer das virtudes desta planta, e rapidamente a incluíram em seu arsenal terapêutico. Os resultados eram tão impressionantes, que rapidamente estava sendo difundida pela Europa como um excelente medicamento para qualquer tipo de doença infecciosa.

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O gênero Echinacea possui 9 espécies, sendo que apenas 3 (Echinacea angustifolia, E. purpurea e E. pallida ) são utilizadas como plantas medicinais. Normalmente possuem porte baixo, chegando a 60 cm de comprimento, muito parecidas a uma touceira de margarida. Apresentam flores de extrema beleza, com pétalas de coloração púrpura voltadas para baixo, e muito visitada por insetos polinizadores, principalmente pelas abelhas que vão atrás de seu rico néctar e pela abundância de pólen. Como droga pode-se utilizar praticamente a planta toda, desde as raízes até as partes aéreas.

Com o surgimento dos antibióticos esta planta foi deixada de lado, quase caindo no esquecimento. Mas agora com o retorno das terapias menos invasivas e mais naturais, a Equinácea voltou a ocupar um lugar de destaque na fitoterapia. Atualmente é uma das plantas mais produzidas e comercializadas no mundo todo.

Mas quais são as virtudes terapêuticas desta planta?

Na verdade ela age como um antibiótico natural e um grande imunoestimulante, ajudando a combater bactérias, fungos, vírus e outros tipos de agentes causadores de doenças. A Equinácea estimula de várias formas o sistema imunológico do organismo, que é fundamental para combater as doenças infecciosas. Além disso aumenta a produção de uma substância denominada de interferon, que é um agente anti-viral. Porém, como estes efeitos são por um período muito curto, recomenda-se utilizar a Equinácea várias vezes ao dia. Além disso não se recomenda o uso por mais de 2 meses seguidos, pois o organismo não responderá mais com a mesma intensidade. 

Normalmente utiliza-se a Equinácea para resfriados, gripes, problemas infecciosos recidivantes, como infecções vaginais por fungos, infecções das vias urinárias, amigdalite, bronquite, sinusite, herpes genital, herpes oral e até mesmo o herpes-zóster. Existem alguns estudos mostrando que a Equinácea poderia ser utilizada para combater a Síndrome do Cansaço Crônico, auxiliar no tratamento da AIDS, e em alguns tipos de câncer, principalmente nos casos onde o sistema imunológico fica abalado devido ao tratamento com a quimioterapia. No comércio encontra-se a planta em forma de cápsula, tintura, extrato fluído, extrato seco e até mesmo em xarope.

Com tanta riqueza não dá para deixar de lado uma planta como esta, não importando sua origem, pois as fronteiras políticas, quem inventou não foi o Criador e sim os homens.

Ademar Menezes Junior

                    

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