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Crataegus, a planta do coração.

 

O Crataegus (Crataegus oxyacantha) é uma árvore pequena, da família das Rosáceas, com altura entre 02 e 07 metros, ramos 
espinhosos, folhas pequenas (1 a 3,5 cm), flores brancas, de aproximadamente 1,0 cm, com 5 sépalas e 5 pétalas, de 
aroma intenso, e que aparecem no verão. Pequeno fruto com uma a três sementes em seu interior. 
Aparece em quase toda a Europa, desde o mediterrâneo até o sul da Escandinávia, e da costa atlântica até o 
oeste da Ásia, além da Sibéria, América do Norte e Norte da África.
Em seu caule encontra-se grande quantidade de flavonóides cuja quantidade em sua seiva pode chegar a 20%.
É chamado também de Espinheiro albar (Portugal), espino albar, crataegus, majuelo, hawthorn (Inglaterra), 
biancospino (Itália), aubépine ou epine blanche (França) e Shan Zha (China).
O nome Crataegus, deriva do grego Kratiegus, que significa dureza, em alusão a dureza de sua 
madeira e podendo atingir até 500 anos de idade.
Planta utilizada desde a Grécia antiga, citada por Plínio e Dioscórides, como excelente para menstruações 
abundantes e suas cólicas.
 
Para os Gregos e Romanos, simboliza a esperança, o matrimônio e a fertilidade. 
Teve seu uso abandonado por vários séculos, devido à crenças que o associavam a maus espíritos, pragas e 
morte. Há referências que a coroa de espinhos de Jesus Cristo, durante seu calvário, pertencesse a esta espécie 
e o aroma forte e desagradável de suas flores, fizeram que o mesmo fosse associado a peste bubônica (daí sua 
associação com morte e pragas). 
Foi resgatado a partir do século XIV, por Pierre de Crescense, tendo sido utilizado para combater a gota, e à 
partir daí, com indicações diversas, tais como para hemorróidas, adstringente para leucorréia, e finalmente, 
em meados do século XIX, nos Estados Unidos, para uso cardiológico, em casos de angina do peito, tônico 
cardíaco, sedativo e contra cálculos renais.
Atualmente está incorporado em farmacopéias de todo o mundo, inclusive do Brasil.
Possui duas atividades terapêuticas principais: Cardiovascular e sobre o Sistema Nervoso Central.
 
Cardiovascular: Diversos estudos tem demonstrado um incremento no fluxo sanguíneo coronariano, 
com redução da pressão arterial, melhor clínica da insuficiência cardíaca (diminui a freqüência cardíaca e 
aumenta sua força contrátil), auxiliar no controle de arritmias cardíacas, diurético leve (flores) e anti radicais 
livres.
Atividades sobre o SNC: Sedativo, diminuindo o tônus simpático, com melhoras em sintomas 
vasomotores, tonturas, emotividade, etc.
Outros efeitos: Espasmolítico sobre a musculatura lisa, diminuindo o tônus muscular nos intestinos e 
no útero, redutor do colesterol LDL (colesterol ruim) e triglicerídeos.
Outros usos: Fabricação de pequenos móveis e caixas (madeira), licores e doces no Oriente (frutos). 

O Crataegus (Crataegus oxyacantha) é uma árvore pequena, da família das Rosáceas, com altura entre 2 e 7 metros, ramos espinhosos, folhas pequenas (1 a 3,5 cm), flores brancas, de aproximadamente 1,0 cm, com 5 sépalas e 5 pétalas, de aroma intenso, e que aparecem no verão. Pequeno fruto com uma a três sementes em seu interior. Aparece em quase toda a Europa, desde o mediterrâneo até o sul da Escandinávia, e da costa atlântica até o oeste da Ásia, além da Sibéria, América do Norte e Norte da África.

crataegus arvore crataegus flor crataegus frutos

É chamado também de espinheiro albar (Portugal), espino albar, crataegus, majuelo, hawthorn (Inglaterra), biancospino (Itália), aubépine ou epine blanche (França) e Shan Zha (China).

O nome Crataegus, deriva do grego Kratiegus, que significa dureza, em alusão a dureza de sua madeira e por sua força, podendo atingir até 500 anos de idade.

Planta utilizada desde a Grécia antiga, citada por Plínio e Dioscórides, como excelente para menstruações abundantes e suas cólicas. Para os Gregos e Romanos, simboliza a esperança, o matrimônio e a fertilidade. 

Teve seu uso abandonado por vários séculos, devido à crenças que o associavam a maus espíritos, pragas e morte. Há referências que a coroa de espinhos de Jesus Cristo, durante seu calvário, pertencesse a esta espécie e o aroma forte e desagradável de suas flores, fizeram que o mesmo fosse associado a peste bubônica (daí sua associação com morte e pragas). 

Foi resgatado a partir do século XIV, por Pierre de Crescense, tendo sido utilizado para combater a gota, e à partir daí, com indicações diversas, tais como para hemorróidas, adstringente para leucorréia, e finalmente, em meados do século XIX, nos Estados Unidos, para uso cardiológico, em casos de angina do peito, tônico cardíaco, sedativo e contra cálculos renais.

Atualmente está incorporado em farmacopéias de todo o mundo, inclusive do Brasil.

Possui duas atividades terapêuticas principais: Cardiovascular e sobre o Sistema Nervoso Central. 

Cardiovascular: Diversos estudos tem demonstrado um incremento no fluxo sanguíneo coronariano, com redução da pressão arterial, melhor clínica da insuficiência cardíaca (diminui a freqüência cardíaca e aumenta sua força contrátil), auxiliar no controle de arritmias cardíacas, diurético leve (flores) e anti radicais livres.

Atividades sobre o SNC: Sedativo, diminuindo o tônus simpático, com melhoras em sintomas vasomotores, tonturas, emotividade, etc.

Outros efeitos: Espasmolítico sobre a musculatura lisa, diminuindo o tônus muscular nos intestinos e no útero, redutor do colesterol LDL (colesterol ruim) e triglicerídeos.

Outros usos: Fabricação de pequenos móveis e caixas (madeira), licores e doces no Oriente (frutos). 

Por: Eliza Tomoe Harada

                    

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