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A Fitoterapia na prevenção e cura de doenças.

 

Quando nos referimos a terapias, sempre imaginamos uma pessoa doente que esteja precisando de tratamento. Por isso, quando falamos de fitoterapia, logo vem à mente um doente que está se tratando com plantas, utilizando um xarope de guaco, uma cápsula de carqueja, uma tintura de pata-de-vaca ou até mesmo uma xícara de chá de capim-limão. Fitoterapia é muito mais que isso.
Na verdade, este conceito bem arraigado é típico de nossa cultura ocidental, que entra com um tratamento quando já estamos debilitados ou já estamos com alguma doença instalada em nosso organismo. O tratamento vem para combater aquele mal ou então fortalecer o organismo. Na forma oriental de pensar a relação corpo e saúde é bem diferente. Procura-se estar em eterno tratamento, não para curar, mas para manter a saúde. Ou será que é mais sábio esperar adoecer para correr atrás do tratamento?
Revisando nosso modo de ser e pensar, vamos então utilizar as plantas medicinais com um outro enfoque, ou seja, como forma de manter nossa saúde. Podemos fazer isso de forma agradável e simples, seguindo o modelo de prevenção que os indianos utilizam há pelo menos 4.000 anos. Se usarmos diariamente as ervas medicinais apropriadas em nossa alimentação, poderemos ao mesmo tempo deixar os pratos mais saborosos e também muito mais saudáveis. Por que será que os pratos da culinária indiana são tão condimentados e picantes? Não é apenas uma questão de paladar, mas uma forma de equilibrar as energias do organismo e assim evitar o surgimento das doenças.
Na Europa medieval, as plantas condimentares eram utilizadas também como medicinais. Em um levantamento mais profundo vamos descobrir que grande parte destas plantas foi primeiro utilizada como medicamento, sendo aplicada como condimento para dar um pouco mais de vida aos alimentos ou até mesmo para conservá-los. Estamos falando aqui de plantas comuns, como alho, cebola, cúrcuma, gengibre, canela, cravo, orégano, manjericão, tomilho, zimbro, funcho, erva-doce, baunilha, pimenta-do-reino e tantas outras. Vamos então aprender um pouco a utilizar estas plantas em nossa alimentação diária, pois além de preparar pratos muito mais saborosos, vamos cuidar da manutenção de nossa saúde. 
Em casos de distúrbios ou doenças já instaladas, a Fitoterapia apresenta muitos recursos e pode auxiliar no tratamento de forma não agressiva e até sem efeitos colaterais. Hoje, com o auxílio de pesquisas e pelo interesse econômico, muitas plantas usadas por nossos antepassados empiricamente, já apresentam comprovações científicas. Além disso, muitas outras estão sendo descobertas como medicamento ou como fonte para cosmecêuticos na área de beleza e estética.
O Reino vegetal é realmente uma grande fonte de saúde e de cura, que deve ser respeitado e utilizado com sabedoria.
Por: Ademar Menezes Junior

Quando nos referimos a terapias, sempre imaginamos uma pessoa doente que esteja precisando de tratamento. Por isso, quando falamos de fitoterapia, logo vem à mente um doente que está se tratando com plantas, utilizando um xarope de guaco, uma cápsula de carqueja, uma tintura de pata-de-vaca ou até mesmo uma xícara de chá de capim-limão. Fitoterapia é muito mais que isso.

naturologia chá verde 1 echinacea xarope

Na verdade, este conceito bem arraigado é típico de nossa cultura ocidental, que entra com um tratamento quando já estamos debilitados ou já estamos com alguma doença instalada em nosso organismo. O tratamento vem para combater aquele mal ou então fortalecer o organismo. Na forma oriental de pensar a relação corpo e saúde é bem diferente. Procura-se estar em eterno tratamento, não para curar, mas para manter a saúde. Ou será que é mais sábio esperar adoecer para correr atrás do tratamento?

Revisando nosso modo de ser e pensar, vamos então utilizar as plantas medicinais com um outro enfoque, ou seja, como forma de manter nossa saúde. Podemos fazer isso de forma agradável e simples, seguindo o modelo de prevenção que os indianos utilizam há pelo menos 4.000 anos. Se usarmos diariamente as ervas medicinais apropriadas em nossa alimentação, poderemos ao mesmo tempo deixar os pratos mais saborosos e também muito mais saudáveis. Por que será que os pratos da culinária indiana são tão condimentados e picantes? Não é apenas uma questão de paladar, mas uma forma de equilibrar as energias do organismo e assim evitar o surgimento das doenças.

Na Europa medieval, as plantas condimentares eram utilizadas também como medicinais. Em um levantamento mais profundo vamos descobrir que grande parte destas plantas foi primeiro utilizada como medicamento, sendo aplicada como condimento para dar um pouco mais de vida aos alimentos ou até mesmo para conservá-los. Estamos falando aqui de plantas comuns, como alho, cebola, cúrcuma, gengibre, canela, cravo, orégano, manjericão, tomilho, zimbro, funcho, erva-doce, baunilha, pimenta-do-reino e tantas outras. Vamos então aprender um pouco a utilizar estas plantas em nossa alimentação diária, pois além de preparar pratos muito mais saborosos, vamos cuidar da manutenção de nossa saúde. 

 cartamo semente hibisco - sepalas

Em casos de distúrbios ou doenças já instaladas, a Fitoterapia apresenta muitos recursos e pode auxiliar no tratamento de forma não agressiva e até sem efeitos colaterais. Hoje, com o auxílio de pesquisas e pelo interesse econômico, muitas plantas usadas por nossos antepassados empiricamente, já apresentam comprovações científicas. Além disso, muitas outras estão sendo descobertas como medicamento ou como fonte para cosmecêuticos na área de beleza e estética.

O Reino vegetal é realmente uma grande fonte de saúde e de cura, que deve ser respeitado e utilizado com sabedoria.

Por: Ademar Menezes Junior

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Tel. (16) 2133-4477
E-mail: espaco@oficinadeervas.com.br 

                    

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