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Dieta do Mediterrâneo reduz riscos de câncer, doenças cardíacas e sintomas da menopausa.

Os incômodos fogachos (ondas de calor) e suores noturnos, característicos das mulheres na menopausa, podem ser reduzidos pela ingestão de uma dieta do estilo mediterrâneo. É o que diz um estudo publicado em abril/2013 na revista científica American Journal of Clinical Nutrition.

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Os fogachos e suores noturnos afetam a qualidade de vida e compõem a principal causa de busca de atenção médica pelas mulheres na menopausa.
O mecanismo de como um padrão de dieta pode influenciar a resposta vasomotora responsável pelos sintomas ainda é pouco claro. Um fato importante é que as mulheres que seguem uma dieta estilo mediterrânea apresentam também outros fatores de um estilo de vida mais saudável. Uma das principais características da dieta do mediterrâneo é a baixa ingestão de gorduras trans, associado a uma alta ingestão de fibras. Os autores do estudo sugerem que este padrão alimentar pode estar associado a uma menor variação nas concentrações de estrógeno.
Independente de se saber como age, a dieta do mediterrâneo pode ser uma boa alternativa para minimizar os desagradáveis efeitos da menopausa, considerando principalmente que o tratamento conhecido para estes sintomas é a terapia de reposição hormonal, que está sob suspeita de aumentar o risco para doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (derrame) e câncer de mama.
O QUE É?
Dieta do Mediterrâneo, ou Dieta Mediterrânea, é um tipo de alimentação característica de alguns países da região do mar Mediterrâneo (Itália, Grécia, Portugal, Espanha, França e outros). Este padrão alimentar é composto, basicamente, de vegetais, legumes, tomate, alho, frutas (maçã) e, principalmente, óleo de oliva, canola, cereais pouco moídos, nozes (pecan) e sementes, queijo branco e iogurte, além de vinho.
Vários estudos têm confirmado esta observação. A conclusão é de que quanto mais a pessoa pratica a dieta mediterrânea tradicional, menor a chance de morrer por qualquer causa, incluindo câncer (risco menor de 24%) e doenças cardíacas (risco menor de 33%).
Deve ser salientado que essas populações, originalmente, mantinham naturalmente atividade física regular o que, comprovadamente, por si só, contribui para a melhoria da saúde e da expectativa de vida.
Portanto, a dieta mediterrânea associada a exercícios físicos regulares é sinônimo de mais saúde e longevidade com qualidade.
A Alimentação saudável e a paz de espirito são os maiores e melhores remédios para todas as enfermidades existentes.
João A Franco
Por: Eliza Tomoe Harada


Os fogachos e suores noturnos afetam a qualidade de vida e compõem a principal causa de busca de atenção médica pelas mulheres na menopausa.

O mecanismo de como um padrão de dieta pode influenciar a resposta vasomotora responsável pelos sintomas ainda é pouco claro. Um fato importante é que as mulheres que seguem uma dieta estilo mediterrânea apresentam também outros fatores de um estilo de vida mais saudável. Uma das principais características da dieta do mediterrâneo é a baixa ingestão de gorduras trans, associado a uma alta ingestão de fibras. Os autores do estudo sugerem que este padrão alimentar pode estar associado a uma menor variação nas concentrações de estrógeno.

Independente de se saber como age, a dieta do mediterrâneo pode ser uma boa alternativa para minimizar os desagradáveis efeitos da menopausa, considerando principalmente que o tratamento conhecido para estes sintomas é a terapia de reposição hormonal, que está sob suspeita de aumentar o risco para doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (derrame) e câncer de mama.

O QUE É?

Dieta do Mediterrâneo, ou Dieta Mediterrânea, é um tipo de alimentação característica de alguns países da região do mar Mediterrâneo (Itália, Grécia, Portugal, Espanha, França e outros). Este padrão alimentar é composto, basicamente, de vegetais, legumes, tomate, alho, frutas (maçã) e, principalmente, óleo de oliva, canola, cereais pouco moídos, nozes (pecan) e sementes, queijo branco e iogurte, além de vinho.

Um grande estudo divulgado em 2003, realizado na Grécia e utilizando 22.000 pessoas , associando a "dieta do mediterrâneo + atividade física" à melhor saúde e maior expectativa de vida, chegou à conclusão de que quanto mais a pessoa pratica a dieta mediterrânea tradicional, menor a chance de morrer por qualquer causa, incluindo câncer (risco menor de 24%) e doenças cardíacas (risco menor de 33%).

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Deve ser salientado que essas populações, originalmente, mantinham naturalmente atividade física regular o que, comprovadamente, por si só, contribui para a melhoria da saúde e da expectativa de vida.

Portanto, a dieta mediterrânea associada a exercícios físicos regulares é sinônimo de mais saúde e longevidade com qualidade.

"A Alimentação saudável e a paz de espírito são os maiores e melhores remédios para todas as enfermidades existentes". (João A Franco).

Por: Eliza Tomoe Harada

      

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