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Hipérico

Hypericum perforatum L.

IDENTIFICAÇÃO

Família: Hypericaceae.

NOMENCLATURA POPULAR: Erva-de-são-joão, hipérico.

PARTE UTILIZADA / ÓRGÃO VEGETAL: Planta inteira com parte aérea florida.

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS

Indicado para o tratamento dos estados depressivoS leves a moderados.

CONTRAINDICAÇÕES

Pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes do fitoterápico

não devem fazer uso. Não usar em episódios de depressão grave. Esse fitoterápico é contraindicado para

crianças abaixo de seis anos. Não existem dados disponíveis sobre o usode H.perforatum na gravidez e

na lactação, porém há relatos que o extrato pode inibir a secreção de prolactina, portanto, não se

recomenda seu uso em mulheres grávidas e lactantes.

PRECAUÇÕES DE USO

Deve evitar-se a exposição ao sol ou aos raios ultravioletas quando do uso desse fitoterápico,

principalmente sem proteção, devido ao efeito fotossensibilizante de H. perforatum. Não há restrições

para o uso de H. perforatum por pessoas que operam veículos e máquinas. A administração do fitoterápico

deve ser cuidadosa em pacientes utilizando medicamentos de uso contínuo. Em casos de hipersensibilidade

ao fitoterápico, recomenda descontinuar-se o uso e consultar um médico. De acordo com a categoria de

risco de fármacos destinados a mulheres grávidas, esse fitoterápico está incluído na categoria de risco C,

ou seja, não foram realizados estudos em animais nem em mulheres grávidas; ou então, os estudos em animais

revelaram risco, mas não existem estudos disponíveis realizados em mulheres grávidas. Portanto, esse

fitoterápico não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

EFEITOS ADVERSOS

O uso de fitoterápicos à base de extratos de H. perforatum pode causar reações fotossensibilizantes. Em

casos raros, podem aparecer irritações gastrointestinais,reações alérgicas, fadiga e agitação. Os extratos

de H. perforatum são geralmente bem tolerados com incidência de reações adversas em torno de 0,2% dos

casos avaliados em estudos clínicos. As reações adversas gastrointestinais podem ser minimizadas ao

administrar o fitoterápico após as refeições.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

É bem tolerado em uso clínico, mas há evidências de interações significativas com alguns fármacos: como

ciclosporina, anticoagulantes cumarínicos, anticoncepcionais orais, teofilina, digoxina, indinavir e

possivelmente outros inibidores da protease e transcriptase reversa, prejudicando os efeitos desses.

Isso ocorre devido à indução pelo H. perforatum da via metabólica envolvendo o citocromo P-450.

A associação de H. perforatum com inibidores da MAO são contraindicados, assim como os inibidores seletivos

da recaptação da serotonina, como a fluoxetina. A combinação de H. perforatum com outros fármacos

antidepressivos convencionais, tais como os antidepressivos tricíclicos ou fluoxetina, não é recomendada,

exceto sob supervisão médica. Há inúmeros relatos que possibilitam concluir que extratos de H. perforatum

estimulam as enzimas hepáticas que realizam o metabolismo de drogas e podem reduzir os níveis séricos e

eficácia terapêutica de outros medicamentos. A coadministração de teofilina e extrato de H. perforatum

reduziu o nível sérico de teofilina em paciente, requerendo aumento da dose. A administração concomitante

de H. perforatum e digoxina reduziu as concentrações séricas de digoxina após 10 dias de tratamento.

A diminuição das concentrações séricas de ciclosporina, varfarina e fenoprocumarina foi observada em

pacientes que foram tratados concomitantemente com extratos de H. perforatum. O uso concomitante de

H. perforatum em cinco pacientes com inibidores da recaptação da serotonina resultou em sintomas de

excesso de serotonina. Foi divulgado um relatório sobre a interação significativa de drogas com o

H. perforatum e indinavir, inibidor da protease, usado para tratar infecções por HIV. O H. perforatum

reduziu substancialmente as concentrações plasmáticas de indinavir, devido à indução da via metabólica

do citocromo P-450. Como consequência, a utilização concomitante de H. perforatum e inibidores da protease

ou inibidores de transcriptase reversa não-nucleosideos não é recomendada, e pode resultar em

concentrações sub-terapêuticas de drogas anti-retrovirais, levando à perda da atividade virucida

e o desenvolvimento de resistência.

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA

(DOSE E INTERVALO)

Oral. Uso adulto: 0,8 a 1,2 mL da tintura 3 vezes ao dia. Extrato seco (300 mg, 3

vezes ao dia).

TEMPO DE UTILIZAÇÃO

Tal como acontece com outras drogas antidepressivas, a observação dos efeitos terapêuticos de

H.perforatum podem requerer 2-4 semanas de tratamento.

SUPERDOSAGEM

Tratamentos com raios ultravioleta ou exposição prolongada à luz solar devem ser evitados durante o

tratamento com H. perforatum, devido à ocorrência de fotossensibilização em indivíduos sensíveis a

luz. Em animais, foi observado aumento da fotossensibilidade. Se ocorrer superdosagem em seres humanos,

deve-se proteger a pele dos raios solares ou ultravioleta por duas semanas. Porém, caso ocorra ingestão

de doses excessivas, deve-se provocar o esvaziamento gástrico logo após o acidente. Em doses maciças,

foram relatadas alterações do ritmo cardíaco, da visão, depressão, estados de confusão mental, alucinação

e psicose. Em caso de superdosagem, suspender o uso e procurar orientação médica de imediato.

PRESCRIÇÃO

Fitoterápico, somente sob prescrição médica.

PRINCIPAIS CLASSES QUÍMICAS

Antraquinonas e flavonoides.

INFORMAÇÕES SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA

Ensaios não-clínicos

Farmacológicos

Apesar das inibições da MAO e COMT terem sido demonstradas em ensaios in vitro com frações de extratos,

hipericina e flavonas, com os estudos concluiu-se que o efeito antidepressivo do H. perforatum não pode

ser explicado por inibição da MAO.Outros possíveis mecanismos incluem a ação do extrato em modular a

produção de citocinas, a expressão de receptores serotoninérgicos e o eixo hipotálamo pituitário adrenal.

Toxicológicos

Estudos relacionados à toxicidade aguda e doses repetidas não apresentaram efeitos tóxicos. Foram

observados resultados positivos para o extrato etanólico no teste de AMES relacionados à quercetina,

considerados fracos e irrelevantes para humanos.Não foram observados sinais de mutagenicidade em testes

in vitro e in vivo.

Ensaios clínicos farmacológicos

Estudo de metanálise com 23 estudos randomizados, duplo cegos, constituído de 1.757 pacientes com

depressão de leve a moderada, foi realizado para determinar a efetividade de Hypericum perforatum.

Concluiu-se que o H. perforatum foi significativamente superior ao placebo com poucos efeitos adversos em

relação aos antidepressivos padrões.

Toxicológicos

Foram relatados efeitos que podem estar relacionados ao uso desse fitoterápico, tais como: reações alérgicas

dermatológicas, neurológicas,cardiovasculares, gastrointestinais e geniturinárias em pequena a média escala,

geralmente reversíveis com a suspensão do tratamento.

Fonte: Farmacopéia Brasileira 1° edição - Memento Fitoterápico

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Segue mais informações.

Hipérico

Depressão ou Falta de Fé? O que está acontecendo com as pessoas atualmente? A cada 10 pessoas que nos procuram,

pelo menos 8 estão tomando medicamentos controlados para depressão. E elas se referem aos nomes destes

medicamentos como se fossem iguarias de um cardápio. Será que têm consciência de que eles (muitas vezes caríssimos)

na verdade não curam, apenas retiram os sintomas? Será que estamos nos distanciando de nossos valores reais,

deixando-nosl evar por um mundo consumista, sem ética e sem moral, que pode comprar tudo, menos o bem

humano mais precioso: a paz interior e a plenitude? Se abordarmos o assunto seguindo uma visão mais

técnico-cientifica, teremos a informação de que a depressão emerge da falta de determinadas substancias, como por

exemplo, a serotonina. Não discordamos deste ponto de vista, mas para suprir a falta deste elemento,

existe uma grande quantidade de plantas que poderiam auxiliar no tratamento, deixando os medicamentos

controlados para os casos mais graves, onde seriam necessários.Podemos citar, como por exemplo, o manjericão,

que proporciona uma mudança no astral e melhora o humor. Alguns profissionais relacionam o jeito alegre de ser

dos italianos ao grande consumo desta erva por eles.. Outra erva, o alecrim, proporciona tonicidade mental, dando

mais ânimo, estímulo e ate mesmo alegria. Mas o grande herói na luta contra a depressão é o hipérico, planta

fantástica que chega a controlar a doença até o nível 2. Ele aumenta a produção de serotonina, fazendo a

vida mais colorida e alegre, permitindo que a pessoa deixe de desgastar-se com os problemas do dia-a-dia.

Por incrível que pareça, a depressão também alcança as pessoas que vivem na zona rural. Apesar de acharmos

que, no campo, deveríamos encontrar paz, tranqüilidade, harmonia e felicidade, em algumas regiões, existem

muitos agricultores consumindo grandes quantidades de antidepressivos. No campo, o problema pode estar

associado a um acúmulo de agrotóxicos no organismo e, nestes casos, seriam recomendadas como desintoxicantes,

a chlorella, a bardana, a salsaparrilha e também o hipérico, por seu efeito antidepressivo, como citado anteriormente.

Eu considero também que a depressão é falta de fé, falta de acreditar numa força maior que está à nossa

disposição todo o tempo. E a receita é simples: acreditar nesta força e acioná-la. Creio que é hora de começarmos

a repensar nossos objetivos, nossas vidas e o que queremos para o planeta terra.

Ademar Menezes Junior

      

 

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