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Garra do Diabo

Harpagophytum procumbens DC. e Harpagophytum zeyheri Ihlenf. & H. Hartmann

IDENTIFICAÇÃO

Família: Pedaliaceae.

Nomenclatura Popular: Garra-do-diabo.

Parte utilizada/ órgão vegetal: Raízes secundárias.

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS

Alívio de dores articulares moderadas e lombalgia aguda.

CONTRAINDICAÇÕES

A pacientes com cálculos biliares. É contraindicado para menores de 18 anos, lactantes, grávidas e pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes do fitoterápico.

PRECAUÇÕES DE USO

Dores articulares acompanhadas de edema das articulações, com eritema ou febre devem ser avaliadas pelo médico. Como precaução geral, pacientes com úlcera gástrica e duodenal, intestino irritável e litíase biliar não devem fazer uso desse fitoterápico. H. procumbens deve ser administrado com cautela a pacientes com afecções cardiovasculares.

EFEITOS ADVERSOS

Diarreia, náusea, vômito, dor abdominal, cefaleia, tontura e reações alérgicas cutânea. Se ocorrerem as reações adversas mencionadas acima, um médico deverá ser consultado.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Não foram observados efeitos induzidos pelo extrato de H. procumbens sobre o sistema enzimático citocromo P-450, sugerindo ausência de interação com fármacos metabolizados por essa via.

TEMPO DE UTILIZAÇÃO

Uso restrito a duas semanas.

SUPERDOSAGEM

Não foram encontrados dados descritos na literatura consultada sobre efeitos decorrentes de superdosagem. Em caso de administração acima das doses recomendadas, suspender o uso e manter o paciente em observação.

PRESCRIÇÃO

Fitoterápico, isento de prescrição médica.

PRINCIPAIS CLASSES QUÍMICAS

Iridoides glicosilados, cumarinas, flavonoides, fenilpropanoides, triterpenos e diterpenos.

Fonte: Farmacopéia Brasileira 1° edição - Memento Fitoterápico

      

 

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