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Obesidade e Emagrecimento

 

Obesidade e Emagrecimento
A obesidade (ou simplesmente EXCESSO DE PESO), pode definitivamente contribuir para que a pessoa não desfrute de uma boa qualidade de vida.
Fazer opção por emagrecer não é apenas uma questão de estética. Muito mais que isso, é uma opção de vida.  O obeso(a) é muitas vezes discriminado(a), a ponto de sentir-se excluído do meio social em que vive. Isso sem fazer menção à questão da saúde, que é tanto pior quanto maior seja o excesso de peso e o tempo em que a pessoa permanece nesse estado. Por isso deve ser tratada desde a infância.
A obesidade infantil é considerada um risco para a saúde pois está associada a doenças do coração, diabetes tipo 2, asma, apneia do sono, entre outros. As crianças e adolescentes obesos podem manifestar estas doenças na própria infância ou apresentar maior risco para as desenvolverem na idade adulta.
Crianças e adolescentes obesos apresentam elevados fatores de risco para as doenças cardiovasculares (DCV) devido aos altos níveis de colesterol sanguíneo, hipertensão e tolerância anormal à glicose. Segundo alguns autores, em uma amostra de população com idades entre 5 e 17 anos, aproximadamente 60% das crianças com sobrepeso apresentam ao menos um fator de risco para DCV, enquanto que 25% desse total apresentaram dois ou mais fatores de risco.
As estatísticas apontam que cerca de 40% dos brasileiros têm excesso de peso. As causas principais são o sedentarismo, alimentação inadequada, estresse e falta de conscientização.
A Organização Mundial de Saúde considera a obesidade, no momento, como uma das principais doenças de saúde pública. O obeso, como profissional, produz bem menos do que produziria se magro. 
Existem tratamentos para a obesidade; com profissionais em várias áreas, permitindo ao obeso emagrecer, recuperar sua auto-estima e disposição.
 
Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que existe a necessidade, para depois procurar auxílio, que pode ser de um médico, nutricionista, educador físico, entre outros.
O método mais eficaz, antes de se pensar em cirurgias ou procedimentos agressivos ao corpo, é o acompanhamento com um nutricionista. É o profissional que pode orientar sobre a dieta a ser seguida, fazer o acompanhamento do tratamento e reeducar com seus ensinamentos para que ocorra a manutenção do peso ideal. Tudo isso deve ser feito de forma natural, sem sofrimentos, para que a pessoa se sinta bem e recupere a qualidade de vida.
Este tratamento pode ser associado ao profissional de Educação Física ou Fisioterapeuta, que poderá indicar e acompanhar os exercícios para o fortalecimento muscular, perda de gorduras e aumento de disposição. Além destes, outros profissionais podem auxiliar, pois existem recursos complementares como a acupuntura, florais, fitoterapia, etc.
A proposta de emagrecimento é acima de tudo, uma proposta de nova vida.

A obesidade (ou simplesmente excesso de peso), pode definitivamente contribuir para que a pessoa não desfrute de uma boa qualidade de vida.

Fazer opção por emagrecer não é apenas uma questão de estética. Muito mais que isso, é uma opção de vida.  O obeso(a) é muitas vezes discriminado(a), a ponto de sentir-se excluído do meio social em que vive. Isso sem fazer menção à questão da saúde, que é tanto pior quanto maior seja o excesso de peso e o tempo em que a pessoa permanece nesse estado. Por isso deve ser tratada desde a infância.

A obesidade infantil é considerada um risco para a saúde pois está associada a doenças do coração, diabetes tipo 2, asma, apneia do sono, entre outros. As crianças e adolescentes obesos podem manifestar estas doenças na própria infância ou apresentar maior risco para as desenvolverem na idade adulta.Crianças e adolescentes obesos apresentam elevados fatores de risco para as doenças cardiovasculares (DCV) devido aos altos níveis de colesterol sanguíneo, hipertensão e tolerância anormal à glicose. Segundo alguns autores, em uma amostra de população com idades entre 5 e 17 anos, aproximadamente 60% das crianças com sobrepeso apresentam ao menos um fator de risco para DCV, enquanto que 25% desse total apresentaram dois ou mais fatores de risco.

obesidade-crianca   obesidade-alimento calórico   obesidade-grave
As estatísticas apontam que cerca de 40% dos brasileiros têm excesso de peso. As causas principais são o sedentarismo, alimentação inadequada, estresse e falta de conscientização.
A Organização Mundial de Saúde considera a obesidade, no momento, como uma das principais doenças de saúde pública. O obeso, como profissional, produz bem menos do que produziria se magro. 

Existem tratamentos para a obesidade; com profissionais em várias áreas, permitindo ao obeso emagrecer, recuperar sua auto-estima e disposição. 

Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que existe a necessidade, para depois procurar auxílio, que pode ser de um médico, nutricionista, educador físico, entre outros.

O método mais eficaz, antes de se pensar em cirurgias ou procedimentos agressivos ao corpo, é o acompanhamento com um nutricionista. É o profissional que pode orientar sobre a dieta a ser seguida, fazer o acompanhamento do tratamento e reeducar com seus ensinamentos para que ocorra a manutenção do peso ideal. Tudo isso deve ser feito de forma natural, sem sofrimentos, para que a pessoa se sinta bem e recupere a qualidade de vida.

Este tratamento pode ser associado ao profissional de Educação Física ou Fisioterapeuta, que poderá indicar e acompanhar os exercícios para o fortalecimento muscular, perda de gorduras e aumento de disposição. Além destes, outros profissionais podem auxiliar, pois existem recursos complementares como a acupuntura, florais, fitoterapia, etc.


A proposta de emagrecimento é acima de tudo, uma proposta de nova vida.

 

Por: Eliza Tomoe Harada

Oficina de Ervas

      

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