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DHA

       

Fitoterápicos/ Produtos Naturais

Fórmula Magistral QTD Unitário
90 cápsulas de 1000mg (33 EPA/ 22 DHA) R$ 79,00
90 cáps de 250mg Ômega 3 Kids sabor cereja (18 EPA/12DHA) R$ 52,00
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* Seguindo as normas da ANVISA, todo produto deve ser manipulado de acordo com o pedido, portanto será manipulado após o recebimento e aprovação do farmacêutico.
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Veja para que serve DHA

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DHA - (Ácido Docohexanóico)

AÇÃO E INDICAÇÃO:

É indicado para melhorar o metabolismo do colesterol aumentando o HDL (colesterol bom), evita formação de coágulos, retarda o envelhecimento do cérebro, melhora a concentração e memória,  reduz a hipertensão, diminui  o risco de demência e Mal de Alzheimer em idosos.

 

Supra Ômega® 33EPA / 22DHA é extraído do Óleo de Peixe, rico em ácidos graxos Ômega 3, com 33% de Ácido Eicosapentaenóico (EPA) e 22% de Ácido Docosahexaenóico (DHA), auxiliam na redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos, regulam a pressão sanguínea, promove ação no sistema neurológico e previnem doenças cardiovasculares. Uma maior concentração do ativo, permite uma ação mais imediata e eficaz.
Supra Ômega® 33EPA / 22DHA - 90 Cápsulas - 1000mg

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Modo de Uso: Ingerir 2 cápsulas ao dia.

Obs.: Pessoas alérgicas a peixes e crustáceos devem evitar o consumo deste produto.

 

FORMAS UTILIZADAS:

-Cápsulas oleosas

                          Cápsula Ômega Kids

A Cápsula Ômega Kids é constituída em 18% de Ácido Eicosapentaenóico (EPA) e 12% de

Ácido Docosahexaenóico (DHA) que atua em benefícios a criança, reduzindo níveis de

colesterol, prevenindo e auxiliando no tratamento da obesidade e reforçando também o

sistema imunológico, contribuindo assim para um bom desenvolvimento infantil.

Propriedades:

A obesidade infantil tem crescido nas últimas décadas, estando relacionada a fatores

hereditários, e também como maus hábitos alimentares e sendentarismo. A obesidade se não

tratada, pode levar a outra série de doenças como articulares, cardiovasculares, endócrinometabólicas,

dentre outras.

Os lipídios dietéticos, além de fornecer energia para as células, constituem a maior reserva

energética corporal para crianças e recém- nascidos. Eles são componentes estruturais de

todos os tecidos e são indispensáveis para a síntese das membranas celulares. 

Os Ácidos Graxos Ômega 3 são considerados ácidos graxos essenciais por que são

considerados essenciais á saúde e não serem produzidos pelo organismo, sendo necessário

obtê-los através de dieta ou suplementação.

Esses ácidos graxos são componentes estruturais das membranas dos fosfolipídeos dos tecidos

do corpo, estando presentes em níveis especialmente altos na retina e cérebro, nos quais o

DHA constitui mais de 35% do total dos ácidos graxos. O exemplo típico de um tipo de

fosfolipídio, presente nas membranas do cérebro e retina é a fosfatidiletanolamina, em que o

DHA apresenta-se em maior quantidade. Outro fosfolipídio no qual o DHA está presente de

maneira importante é a fosfatidilcolina ou lecitina. 3

O EPA atua controlando os níveis de lipídios no sangue, reduzindo os níveis de triglicerídeos e

os níveis de LDL colesterol. 

Estudos realizados:

Ação no controle dos níveis de lipídios sanguíneo:

Cientistas da Universidade de Nevada (EUA) descobriram que a ingestão de óleo de peixes,

rico em ômega-3, pode auxiliar no tratamento de crianças acima do peso.

A epidemia de obesidade que atinge o mundo ocidental vem se estendendo para as crianças.

Estimativas atuais apontam que cerca de 15% das crianças americanas estão com peso

corporal acima do ideal. O excesso de peso das crianças se traduz por alterações nos níveis de

gordura no sangue que, muitas vezes, são semelhantes às de adultos. Em outros países, as

crianças que apresentam comportamento social semelhante terminarão por apresentar o

mesmo problema. O que está em jogo é o risco do aparecimento de problemas

cardiovasculares no futuro. A pesquisa avaliou o efeito do óleo com ômega-3 sobre o perfil de

gorduras no sangue em crianças acima do peso. As crianças e adolescentes estudados, que

tinham entre dez e 18 anos, fizeram dieta e exercícios regulares. Um grupo recebeu, além das

orientações, doses diárias de óleo de peixe. Aquelas que receberam o óleo de peixe

melhoraram seu perfil de gorduras no sangue de forma significativa, baixaram os níveis de

triglicerídeos e aumentaram o colesterol HDL, o bom colesterol. As que não utilizaram o

suplemento, apesar da dieta e dos exercícios, melhoraram o peso, porém não os níveis de

gorduras sanguíneas. 

Ação contra o diabetes:

Cientistas da Universidade de Surrey notaram que os efeitos do Óleo de Peixe na sensibilidade

à insulina não são muito conhecidos. A insulinoresistência, aumenta o risco de diabetes

levando à superprodução de insulina e ao esgotamento do pâncreas. Um dos maiores

contributos é dado pela obesidade, a qual está fortemente relacionada com a doença cardíaca.

O estudo piloto incluiu pessoas com índice de massa corporal de 25 ou maior, um perímetro

abdominal de 94 cm para os homens e 78.7 cm para as mulheres, que relataram uma ingestão

de 2 doses de Óleo de peixe semanalmente, mas sem a ingestão de suplementos.

Posteriormente foram introduzidos os suplementos na forma de 440mg de DHA e 660mg de

EPA.

Foram medidas as concentrações de insulina e glicose usando um teste de tolerância à glicose.

Encontraram uma diminuição da sensibilidade à insulina através de uma redução da resposta

glicêmica, e uma diminuição nos triglicerídeos e colesterol total. Houve também uma redução

significativa na tensão arterial (diastólica). 4

Melhora da concentração e hiperativismo:

Déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é o distúrbio neurológico mais comum em crianças.

Em um estudo piloto foi avaliado os efeitos de altas doses de ácido eicosapentaenóico (EPA) e

docosahexaenóico (TDAH) na suplementação sobre os fosfolípidos plasmáticas isolados e o

comportamento em crianças com TDAH (subtipo principalmente desatento e subtipo

combinado).

Nove crianças foram inicialmente suplementadas com a concentração de 16,2 g EPA / DHA por

dia. A dosagem foi ajustada dependendo da proporção de ácido araquidônico (AA) a EPA nos

fosfolipídios plasmáticos isolados de quatro semanas para atingir um nível normalmente

encontrado na população japonesa.

No final do estudo de oito semanas, a suplementação resultou em aumentos significativos em

EPA e DHA, como presa, bem como uma redução significativa no AA: proporção de EPA (20,78

± 5,26-5,95 ± 7,35, p <0,01). Um psiquiatra (cego para completar as modificações de

conformidade ou de dosagem) relataram melhorias significativas no comportamento

(inatenção, hiperatividade, comportamento de oposição / desafio, e transtorno de conduta).

Houve também uma correlação significativa entre a redução da relação de EPA e da gravidade

global de pontuação da doença.

Os resultados deste pequeno estudo piloto sugerem que a suplementação com altas doses de

concentrados de EPA / DHA podem melhorar o comportamento em crianças com DAH. 5

Indicações:

- Auxílio na prevenção e tratamento da obesidade infantil;

- Atua no controle dos níveis de colesterol;

- Prevenção do diabetes;

- Auxílio no desenvolvimento mental infantil;

- Auxílio no desenvolvimento e função do sistema visual;

- Reforço do sistema imunológico;

Reações adversas:

Pode provocar deficiência das vitaminas lipossolúveis. Por isso deve-se administrar vitamina E

junto com ácidos graxos ômega-3.6

Contraindicações:

Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.

Posologia:

Ingerir 500 miligramas por dia, dividido em 2 dosagens de 250 mg. Indicado para crianças

acima de 3 anos.

*Dosagem sugestiva, a mesma pode ser alterada e deve ser avaliada por um profissional

habilitado.

Compatibilidades e farmacotécnica:

Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.

Incompatibilidades:

Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.

Toxicidade e mutagenicidade:

Não há relatos até o momento, nas literaturas pesquisadas.

Ficha técnica

Aspecto: cápsula mole de gelatina contendo um liquido oleoso

Cor: amarelado

Sabor: característico

Odor: característico

Solubilidade: não se aplica

Conservação: Armazene em temperatura ambiente, entre 15 e 30 ºC, e em umidade relativa

do ar entre 40 e 75%.

Composição:

Conteúdo: Óleo de Peixe, Lecitina de Soja, Cera de Abelhas, Óleo de Soja, Xilitol, Sucralose,

Aroma de Cereja (Lipo).

Cápsulas: Gelatina, Água, Glicerina, Corante Amarelo n° 10, Corante Amarelo Crepúsculo,

Corante Azul Brilhante, Corante Vermelho Ponceau, Corante Vermelho 40, Dióxido de Titânio,

Sucralose, Aroma de Cereja (Hidro).

Referências:

1. MELLO, E.D; LUFT, V.C; MEYER, F. Obesidade infantil: como podemos ser eficazes? Jornal de Pediatria

2. LIMA, M.F; HENRIQUES, C.A; SANTOS, F.D; ANDRADE, P.M.M; CARMO, M.G.T. Ácido Graxo Ômega 3

Docosahexaenóico (DHA: C22:6 n-3) e Desenvolvimento Neonatal: Aspectos Relacionados a Sua Essencialidade e

Suplementação. Publicado: Nutrire: Ver. Soc. Bras. Alim. Nutr. V.28:65-77,2004.

3 CORREIA, F.L. Óleo de Peixe ajuda a tratar crianças acima do peso. Fonte: <

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1071887-5603,00-

OLEO+DE+PEIXE+AJUDA+A+TRATAR+CRIANCAS+ACIMA+DO+PESO+AFIRMA+ESTUDO.html>. Acesso:

10/12/13.

4 Óleo de Peixe e Diabetes. Fonte: < http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/10124.html> Acesso:

07/06/13.

5. SORGI, P.J; HALLOWELL, E.M; HUTCHINS, H.L; SEARS, B. Effects of na open- label pilot study with high- dose

EPA/ DHA concentrates on plasma phospholipids and behavior in children with attention déficit hyperactivity disorder.

Nutritional Journal, BioMed Central.

6. Óleo de Peixe e Diabetes. Fonte: < http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/10124.html> Acesso:

07/06/13.

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A literatura apresentada foi elaborada dentro do critério da boa fé e fundamentada em bibliografia

conceituada.

Estas informações têm como objetivo orientar o profissional de saúde e é sempre recomendável a

pesquisa em outras bibliografias.

Elaborado por: Desenvolvimento

Revisado por: Desenvolvimento Técnico

Aprovado por: Diretoria

DHA

Peixe pode retardar doença de Alzheimer

Laura Nelson (free-lance para a Folha de S.Paulo) escreve o seguinte:

”Uma dieta rica em gorduras de peixe pode proteger contra o mal de Alzheimer, afirmam pesquisadores da Califórnia, nos EUA. Durante cinco meses, os cientistas administraram uma dieta à base de peixe a camundongos geneticamente modificados a desenvolver Alzheimer, doença que destrói as células do cérebro, causando demência e morte. Os sintomas da enfermidade nesses animais no período e o dano aos neurônios foram reduzidos drasticamente em relação a camundongos que receberam uma alimentação regular. Os cientistas sabem que certos tipos de peixe, que têm uma alta concentração de alguns ácidos graxos (do tipo ômega 3), podem proteger contra doenças de cérebro. Isso foi verificado, por exemplo, em imigrantes japoneses no Brasil -eles sofriam mais de demência que os japoneses no Japão, provavelmente porque seu consumo de peixe foi reduzido.

Esse estudo apóia a opinião de que uma dieta com muito peixe pode reduzir o risco de mal de Alzheimer", afirmou o neurocientista Greg Cole, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, autor do estudo, publicado no periódico científico "Neuron" (http://www.neuron.org/). Não há tratamentos capazes de impedir ou retardar o mal de Alzheimer. As causas da doença tampouco são bem compreendidas pelos cientistas. O novo estudo oferece, porém, uma nova forma de combater os sintomas da moléstia. Ele mostrou que um ácido graxo em particular, o DHA (ácido docosahexaenóico), reduziu de forma acentuada o efeito do géne associado à doença, ao menos nos camundongos. Sem DHA na dieta, os animais sofreram os sintomas. Também descobriu que camundongos sem DHA na dieta apresentavam falhas de memória. Quando eles receberam o ácido graxo, o problema foi eliminado.

"O DHA tem o papel importante do proteção das células de cérebro", afirmou Cole à Folha. Os cientistas não têm certeza de como o DHA funciona, mas eles acreditam que ele se integra à membrana das células do cérebro, aumentando a sua flexibilidade. Acredita-se também que o DHA proteja contra reações que prejudicam proteínas neuroniais."Esse estudo investiga a questão interessante: um fator ambiental importante -a dieta- aumenta a probabilidade de dano pelo mal de Alzheimer?", perguntam os neurocientistas Lennart Mucke e Robert E. Pitas, da Universidade da Califórnia em San Francisco, em comentário ao estudo de Cole na "Neuron". Mucke e Pitas acreditam que mais trabalho seja necessário para determinar o que o DHA faz, mas eles têm certeza de que, enquanto se espera mais informação, comer peixe é uma boa idéia. Fontes baratas de DHA são peixes de água fria, como salmão, sardinha e arenque. Esses peixes comem algas, que contêm DHA”.


Potencializador das funções cerebrais

BENEFÍCIOS:

  • Inibe o leucotrieno;
  • Inibe eficazmente o PAF (Fator Ativador de Plaquetas);
  • Combate alergias;
  • Eficiente para crianças com deficiências no aprendizado;
  • Auxilia no tratamento de pessoas com problemas mentais, convulsões, ausências;
  • Combate a arteriosclerose;
  • Melhora a visão, principalmente em idosos;
  • Auxilia no tratamento de doenças degenerativas ;
  • Eficiente para auxiliar no tratamento de problemas cardíacos.

O DHA é o ácido Docosahexaenóico, encontrado, principalmente , na porção fosfolipídica do cérebro humano - massa cinzenta e sinapse - e também nos diversos tecidos corporais. Esse ácido graxo pode ser encontrado, no mundo animal, em grandes quantidades, exclusivamente nos peixes. A gênese se processa a partir do plâncton vegetal marinho que, ao ser ingerido pelos peixes, o transformam em DHA, sendo armazenado principalmente nos olhos, mais especificamente na órbita existente na parte posterior.

O DHA é um nutriente que: ativa as células cerebrais, auxiliando a memória; normaliza a pressão sangüínea; ativa a circulação do sangue impedindo a aglutinação das plaquetas; auxilia no controle do colesterol e triglicerídeos; melhora a visão, eficaz sobre a febre do feno e dermatite atópica.

Torna a célula cerebral maleável, aumentando a capacidade do aprendizado. O DHA está presente no cérebro e é uma das poucas substâncias que podem penetrar na célula cerebral. O cérebro controla o corpo de ponta a ponta, se algo tóxico penetrar nas importantes células cerebrais, a função das mesmas ficará alterada, impedindo o controle adequado dos estados físico e mental ou na pior das hipóteses, ocasionar a morte. Supõe-se que o corpo humano possui uma barreira cerebral de sangue para impedir isto. O DHA consegue passar por esta barreira. Tornar a célula cerebral maleável e facilitar a passagem da informação (sinal elétrico) na sinapse (proeminência da célula cerebral) tanto na transmissão como na recepção. Se a célula ficar maleável, a transmissão da informação torna-se mais rápida, ocorrerá um aumento da capacidade de memorização e do aprendizado.

DHA É IMPRESCINDÍVEL POR TODA A VIDA DO HOMEM.

É uma substância importante para o homem desde a fase embrionária até a fase adulta. Sabe-se que aos 25-30 anos ocorre diminuição das células cerebrais que vão diminuindo dia-a-dia. Podemos dizer que é um nutriente necessário para a concentração nos estudos (ex.: fase de vestibular).
Os idosos têm uma diminuição maior de células nervosas e, consequentemente, são sujeitos a problemas como a demência senil. Para que isso não aconteça, deve-se comer peixe diariamente para obter DHA.

COMO É EXTRAÍDO O DHA ?

Tendo como matéria-prima principal o lipídio da órbita ocular do Atum e do Bonito (peixes que apresentam uma excepcional concentração de DHA), através de um complexo processo de refinação, pode oferecer DHA da maior pureza. Somando-se a isso o fato de o DHA atuar diretamente no cérebro, ao contrário de outras substâncias que necessitam ser transformadas pelo organismo, ocasionando com isso aproveitamento imediato e integral.

Reduz os riscos de Alzheimer, aumenta o HDL (colesterol bom), evita formação de coágulos, retarda o envelhecimento do cérebro, melhora a concentração e memória, reduz a hipertensão.

ATENÇÃO: O texto de todos os nossos produtos, são referentes a des­cri­ção técnica dos mesmos, não configurando pro­pa­gan­da e ou estímulo a auto-medicação.
Seguindo as normas da ANVISA, todo produto deve ser manipulado de acordo com o pedido do comprador, portanto será manipulado após o recebimento e aprovação do farmacêutico.

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